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		<title><![CDATA[Fórum Zotac Brasil - Todos os Fóruns]]></title>
		<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/</link>
		<description><![CDATA[Fórum Zotac Brasil - http://www.zotacbrasil.com.br/forum]]></description>
		<pubDate>Sat, 19 May 2012 10:22:31 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title><![CDATA[EXCLUSIVO INFODIRETO - Kit Mini-PC ZOTAC ZBOX-ID13 (HD 320Gb + 2Gb Mem)]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=106</link>
			<pubDate>Thu, 17 May 2012 15:29:30 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=106</guid>
			<description><![CDATA[<span style="font-weight: bold;"><span style="color: #FF0000;"><div style="text-align: center;">CLIQUE NO BANNER PARA MAIS INFORMAÇÕES</div></span></span><br />
<a href="http://www.infodireto.com.br/kit-mini-pc-zotac-zbox-id13-hd-320gb-e-memoria-de-2gb.html" target="_blank"><div style="text-align: center;"><img src="http://i46.tinypic.com/oaww1y.jpg" border="0" alt="[Imagem: oaww1y.jpg]" /></div></a>]]></description>
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		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[KIT Mini-PC ZOTAC ZBOX-ID41-U Intel Atom D525 1.8 GHz Dual Core (HD 500Gb + 2Gb Mem)]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=105</link>
			<pubDate>Thu, 17 May 2012 15:23:24 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=105</guid>
			<description><![CDATA[<span style="font-weight: bold;"><span style="color: #FF0000;"><div style="text-align: center;">CLIQUE NO BANNER PARA MAIS INFORMAÇÕES</div></span></span><br />
<a href="http://www.infodireto.com.br/kit-mini-pc-zotac-zbox-id41-u-intel-atom-d525-1-8-ghz-dual-core-tecnologia-ion.html" target="_blank"><div style="text-align: center;"><img src="http://i50.tinypic.com/2w7g7jo.jpg" border="0" alt="[Imagem: 2w7g7jo.jpg]" /></div></a>]]></description>
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		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[NVIDIA apresenta primeira GPU virtualizada do mundo ]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=104</link>
			<pubDate>Wed, 16 May 2012 20:17:10 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=104</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Ontem, durante o GTC, a Nvidia também anunciou a plataforma VGX. Essa GPU permite aos departamentos de TI distribuírem um desktop virtualizado com os gráficos e a performance de computação de GPU de um PC ou estação de trabalho a funcionários. Tudo isso usando qualquer dispositivo conectado.</div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/carolina/nvidia_kepler_vgx_block_diagram_(1).jpg" border="0" alt="[Imagem: nvidia_kepler_vgx_block_diagram_(1).jpg]" /></div>
<br />
<br />
<div style="text-align: justify;">Assim, com a plataforma Nvidia VGX no centro de dados, os funcionários podem acessar um PC para a nuvem a partir de qualquer dispositivo – thin client, laptop, tablet ou smartphone –, seja qual for seu sistema operacional, com rapidez.<br />
<br />
A NVIDIA VGX permite que profissionais do conhecimento acessem por um desktop acelerado por GPU similar a um PC local tradicional. As opções de capacidade de gerenciamento da plataforma e os recursos de monitor remoto de latência ultrabaixa ampliam essa conveniência àqueles que usam ferramentas de simulação e de design 3D, que antes eram muito intensas para um desktop virtualizado.<br />
<br />
Integrar a plataforma VGX na rede corporativa também permite que os departamentos de TI corporativos resolvam os desafios complexos do “BYOD” (bring your own device), quando os funcionários levam seus próprios dispositivos de computação para o trabalho. A plataforma fornece um desktop remoto a esses dispositivos, fornecendo aos usuários o mesmo acesso que eles têm em seu terminal desktop. Com isso, ela busca ajudar a reduzir o gasto total com a TI, melhorar a segurança de dados e minimizar a complexidade do centro de dados.<br />
<br />
A NVIDIA VGX se baseia em três principais avanços da tecnologia:<br />
<br />
- Placas NVIDIA VGX: Desenvolvidas para hospedar um grande número de usuários com uso eficiente da energia. A primeira placa NVIDIA VGX é configurada com quatro GPUs e 16 GB de memória e é compatível com a interface PCI Express padrão do setor em servidores.<br />
<br />
- NVIDIA VGX GPU Hypervisor: Essa camada de software se integra a hipervisores comerciais, como Citrix XenServer, possibilitando a virtualização da GPU.<br />
<br />
- Máquinas Selecionáveis pelo Usuário (USMs) da NVIDIA: Essa opção de capacidade de gerenciamento permite que as empresas configurem recursos gráficos fornecidos a usuários individuais na rede, com base em suas demandas. Os recursos variam de experiências de PC verdadeiras, disponíveis com a USM padrão da NVIDIA, a experiências de engenharia e design 3D profissional aperfeiçoadas com GPUs NVIDIA Quadro® ou NVIDIA NVS™.</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Ontem, durante o GTC, a Nvidia também anunciou a plataforma VGX. Essa GPU permite aos departamentos de TI distribuírem um desktop virtualizado com os gráficos e a performance de computação de GPU de um PC ou estação de trabalho a funcionários. Tudo isso usando qualquer dispositivo conectado.</div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/carolina/nvidia_kepler_vgx_block_diagram_(1).jpg" border="0" alt="[Imagem: nvidia_kepler_vgx_block_diagram_(1).jpg]" /></div>
<br />
<br />
<div style="text-align: justify;">Assim, com a plataforma Nvidia VGX no centro de dados, os funcionários podem acessar um PC para a nuvem a partir de qualquer dispositivo – thin client, laptop, tablet ou smartphone –, seja qual for seu sistema operacional, com rapidez.<br />
<br />
A NVIDIA VGX permite que profissionais do conhecimento acessem por um desktop acelerado por GPU similar a um PC local tradicional. As opções de capacidade de gerenciamento da plataforma e os recursos de monitor remoto de latência ultrabaixa ampliam essa conveniência àqueles que usam ferramentas de simulação e de design 3D, que antes eram muito intensas para um desktop virtualizado.<br />
<br />
Integrar a plataforma VGX na rede corporativa também permite que os departamentos de TI corporativos resolvam os desafios complexos do “BYOD” (bring your own device), quando os funcionários levam seus próprios dispositivos de computação para o trabalho. A plataforma fornece um desktop remoto a esses dispositivos, fornecendo aos usuários o mesmo acesso que eles têm em seu terminal desktop. Com isso, ela busca ajudar a reduzir o gasto total com a TI, melhorar a segurança de dados e minimizar a complexidade do centro de dados.<br />
<br />
A NVIDIA VGX se baseia em três principais avanços da tecnologia:<br />
<br />
- Placas NVIDIA VGX: Desenvolvidas para hospedar um grande número de usuários com uso eficiente da energia. A primeira placa NVIDIA VGX é configurada com quatro GPUs e 16 GB de memória e é compatível com a interface PCI Express padrão do setor em servidores.<br />
<br />
- NVIDIA VGX GPU Hypervisor: Essa camada de software se integra a hipervisores comerciais, como Citrix XenServer, possibilitando a virtualização da GPU.<br />
<br />
- Máquinas Selecionáveis pelo Usuário (USMs) da NVIDIA: Essa opção de capacidade de gerenciamento permite que as empresas configurem recursos gráficos fornecidos a usuários individuais na rede, com base em suas demandas. Os recursos variam de experiências de PC verdadeiras, disponíveis com a USM padrão da NVIDIA, a experiências de engenharia e design 3D profissional aperfeiçoadas com GPUs NVIDIA Quadro® ou NVIDIA NVS™.</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Mini-PC ZOTAC ZBOX-ID41- U Intel Atom D525 1.8 GHz Dual Core (Sem: HD / Mem / SO)]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=103</link>
			<pubDate>Wed, 16 May 2012 18:20:43 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=103</guid>
			<description><![CDATA[<span style="font-weight: bold;"><span style="color: #FF0000;"><div style="text-align: center;">CLIQUE NO BANNER PARA MAIS INFORMAÇÕES</div></span></span><br />
<a href="http://www.infodireto.com.br/mini-pc-zotac-zbox-id41-u-intel-atom-d525-1-8-ghz-dual-core.html" target="_blank"><div style="text-align: center;"><img src="http://i46.tinypic.com/2akai5j.jpg" border="0" alt="[Imagem: 2akai5j.jpg]" /></div></a>]]></description>
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		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Mini-PC ZOTAC ZBOX Nano VD01 VIA X2 U4025 1.2 GHz Dual Core (Sem: HD / Mem / SO)]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=102</link>
			<pubDate>Wed, 16 May 2012 18:06:05 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=102</guid>
			<description><![CDATA[<span style="font-weight: bold;"><span style="color: #FF0000;"><div style="text-align: center;">CLIQUE NO BANNER PARA MAIS INFORMAÇÕES</div></span></span><br />
<a href="http://www.infodireto.com.br/mini-pc-zotac-zbox-nano-vd01-via-nano-x2-u4025-1-2-ghz-dual-core.html" target="_blank"><div style="text-align: center;"><img src="http://i45.tinypic.com/2s63epe.jpg" border="0" alt="[Imagem: 2s63epe.jpg]" /></div></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span style="font-weight: bold;"><span style="color: #FF0000;"><div style="text-align: center;">CLIQUE NO BANNER PARA MAIS INFORMAÇÕES</div></span></span><br />
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		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Mini-PC ZOTAC ZBOX-ID13 Intel Atom D525 1.8 GHz Dual Core (Sem: HD / Mem / SO)]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=101</link>
			<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:59:39 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=101</guid>
			<description><![CDATA[<span style="font-weight: bold;"><span style="color: #FF0000;"><div style="text-align: center;">CLIQUE NO BANNER PARA MAIS INFORMAÇÕES</div></span></span><br />
<a href="http://www.infodireto.com.br/mini-pc-zotac-zbox-id13-intel-atom-d525-1-8-ghz-dual-core-sem-hd-e-sem-memoria.html" target="_blank"><div style="text-align: center;"><img src="http://i45.tinypic.com/10zto38.jpg" border="0" alt="[Imagem: 10zto38.jpg]" /></div></a>]]></description>
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<a href="http://www.infodireto.com.br/mini-pc-zotac-zbox-id13-intel-atom-d525-1-8-ghz-dual-core-sem-hd-e-sem-memoria.html" target="_blank"><div style="text-align: center;"><img src="http://i45.tinypic.com/10zto38.jpg" border="0" alt="[Imagem: 10zto38.jpg]" /></div></a>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[NVIDIA GK110 tem 2880 CUDA Cores! GeForce GTX 780 a caminho...? ]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=100</link>
			<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:02:57 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=100</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Esta semana está sendo particularmente movimentada para a NVIDIA, bem como para os “entusiastas de plantão”, em virtude da série de novidades anunciadas pela companhia durante a GPU Technology Conference em San Jose na Califórnia. Foi assim com o anúncio da plataforma de games na nuvem GeForce GRID, bem como o lançamento da nova geração de GPUs científicas Tesla.<br />
<br />
Aliás, embora a companhia não tenha revelado muitos detalhes sobre a versão mais poderosa da nova linha Tesla – codinome K20, eis que surgiu a pouco na web, algumas informações bem interessantes sobre o seu chip.<br />
<br />
De acordo com o Guru3D, a GPU utilizada na K20 é a GK110, chip até então considerado por muitos céticos como algo imaginário, apesar de seu nome ter aparecido em um rumor no começo do ano, época em que se falava na GeForce GTX 690. </div>
<br />
<div style="text-align: center;"><div style="text-align: center;"><img src="http://www.adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/subzero/gk110.jpg" border="0" alt="[Imagem: gk110.jpg]" /></div></div>
<div style="text-align: justify;">
A diferença para a GK110 especulada no início do ano, para a GK110 da K20, está na quantidade de CUDA Cores (ou Shaders/ALU Processors). Se antes falava-se em 2.304 CUDA Cores, agora a GPU vai bem mais além, com 2.880 CUDA Cores!<br />
<br />
Trata-se de um incremento de 87,5% na quantidade de Shader Processors sobre o GK104 presente na GeForce GTX 680.<br />
<br />
Aliás, os números em torno da GK110 são impressionantes, conforme pode ser constatado abaixo:<br />
<br />
- 7,1 Bilhões de transistores;<br />
- 2.880 Shader processors;<br />
- 15 SMX (shader engines com 192 Shader-ALUs);<br />
- 384 Bits de barramento de memória do tipo GDDR5.<br />
<br />
Com a “revelação” da GK110, é natural que se iniciem as primeiras especulações mais contundentes em torno de sua chegada para o mercado doméstico, ou seja, da primeira GeForce a ser equipada com o novo chip gráfico.<br />
<br />
A julgar pelo próprio nome da GPU, é quase certo que a GK110 só apareça na geração seguintes de GeForces, ou seja, na GTX 780. Resta saber se a NVIDIA utilizará todo o “poder de fogo” do chip, ou seja, se ativará os 2.880 CUDA Cores, ou “apenas” 2.304 CUDA Cores conforme sugerido no rumor do início do ano.<br />
<br />
O certo é que toda esta quantidade extra de Shader Processors, junto com um barramento de memória bem mais robusto (e provavelmente clocks mais elevados), não será dúvida para ninguém o expressivo aumento de desempenho sobre a GK104.</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Esta semana está sendo particularmente movimentada para a NVIDIA, bem como para os “entusiastas de plantão”, em virtude da série de novidades anunciadas pela companhia durante a GPU Technology Conference em San Jose na Califórnia. Foi assim com o anúncio da plataforma de games na nuvem GeForce GRID, bem como o lançamento da nova geração de GPUs científicas Tesla.<br />
<br />
Aliás, embora a companhia não tenha revelado muitos detalhes sobre a versão mais poderosa da nova linha Tesla – codinome K20, eis que surgiu a pouco na web, algumas informações bem interessantes sobre o seu chip.<br />
<br />
De acordo com o Guru3D, a GPU utilizada na K20 é a GK110, chip até então considerado por muitos céticos como algo imaginário, apesar de seu nome ter aparecido em um rumor no começo do ano, época em que se falava na GeForce GTX 690. </div>
<br />
<div style="text-align: center;"><div style="text-align: center;"><img src="http://www.adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/subzero/gk110.jpg" border="0" alt="[Imagem: gk110.jpg]" /></div></div>
<div style="text-align: justify;">
A diferença para a GK110 especulada no início do ano, para a GK110 da K20, está na quantidade de CUDA Cores (ou Shaders/ALU Processors). Se antes falava-se em 2.304 CUDA Cores, agora a GPU vai bem mais além, com 2.880 CUDA Cores!<br />
<br />
Trata-se de um incremento de 87,5% na quantidade de Shader Processors sobre o GK104 presente na GeForce GTX 680.<br />
<br />
Aliás, os números em torno da GK110 são impressionantes, conforme pode ser constatado abaixo:<br />
<br />
- 7,1 Bilhões de transistores;<br />
- 2.880 Shader processors;<br />
- 15 SMX (shader engines com 192 Shader-ALUs);<br />
- 384 Bits de barramento de memória do tipo GDDR5.<br />
<br />
Com a “revelação” da GK110, é natural que se iniciem as primeiras especulações mais contundentes em torno de sua chegada para o mercado doméstico, ou seja, da primeira GeForce a ser equipada com o novo chip gráfico.<br />
<br />
A julgar pelo próprio nome da GPU, é quase certo que a GK110 só apareça na geração seguintes de GeForces, ou seja, na GTX 780. Resta saber se a NVIDIA utilizará todo o “poder de fogo” do chip, ou seja, se ativará os 2.880 CUDA Cores, ou “apenas” 2.304 CUDA Cores conforme sugerido no rumor do início do ano.<br />
<br />
O certo é que toda esta quantidade extra de Shader Processors, junto com um barramento de memória bem mais robusto (e provavelmente clocks mais elevados), não será dúvida para ninguém o expressivo aumento de desempenho sobre a GK104.</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Novas placas para desktop da Nvidia são lançadas ]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=99</link>
			<pubDate>Wed, 16 May 2012 16:49:19 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=99</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Os processadores destas placas são baseados em uma arquitetura exclusiva Nvidia de 40 nm, que tem o codinome Fermi. A GT 610 tem GPU GF119, enquanto as outras duas placas são equipadas com a GK108. Elas serão destinadas principalmente para equipar equipamentos de empresas parceiras, com foco em processamento de mídia. A placa que você vê abaixo é a GT 620.</div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/tulio/geforce_gt_620.jpg" border="0" alt="[Imagem: geforce_gt_620.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">A GT 610 tem 48 cores CUDA, 8 unidades de mapeamento de textura (TMU) e quatro ROPs. As outras duas placas devem ter 96 cores CUDA. As especificações técnicas você confere na tabela abaixo.</div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/tulio/tabela_gt.jpg" border="0" alt="[Imagem: tabela_gt.jpg]" /></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Os processadores destas placas são baseados em uma arquitetura exclusiva Nvidia de 40 nm, que tem o codinome Fermi. A GT 610 tem GPU GF119, enquanto as outras duas placas são equipadas com a GK108. Elas serão destinadas principalmente para equipar equipamentos de empresas parceiras, com foco em processamento de mídia. A placa que você vê abaixo é a GT 620.</div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/tulio/geforce_gt_620.jpg" border="0" alt="[Imagem: geforce_gt_620.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">A GT 610 tem 48 cores CUDA, 8 unidades de mapeamento de textura (TMU) e quatro ROPs. As outras duas placas devem ter 96 cores CUDA. As especificações técnicas você confere na tabela abaixo.</div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/tulio/tabela_gt.jpg" border="0" alt="[Imagem: tabela_gt.jpg]" /></div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Loja Autorizada Zotac (Clique e confira!)]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=98</link>
			<pubDate>Wed, 16 May 2012 15:15:55 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=98</guid>
			<description><![CDATA[<span style="color: #FF0000;"><span style="font-weight: bold;"><div style="text-align: center;">CLIQUE NA IMAGEM E CONHEÇA NOSSA LOJA</div></span></span><br />
<a href="http://www.infodireto.com.br/loja-zotac.html" target="_blank"><div style="text-align: center;"><img src="http://i47.tinypic.com/2wp2s7k.png" border="0" alt="[Imagem: 2wp2s7k.png]" /></div></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span style="color: #FF0000;"><span style="font-weight: bold;"><div style="text-align: center;">CLIQUE NA IMAGEM E CONHEÇA NOSSA LOJA</div></span></span><br />
<a href="http://www.infodireto.com.br/loja-zotac.html" target="_blank"><div style="text-align: center;"><img src="http://i47.tinypic.com/2wp2s7k.png" border="0" alt="[Imagem: 2wp2s7k.png]" /></div></a>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Mini-PC ZOTAC ZBOX NANO AD10 PLUS AMD E-350 APU 1.6 GHz Dual-Core, 320GB HD, 2GB DDR3]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=97</link>
			<pubDate>Wed, 16 May 2012 14:20:55 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=97</guid>
			<description><![CDATA[<span style="font-weight: bold;"><span style="color: #FF0000;"><div style="text-align: center;">CLIQUE NO BANNER PARA MAIS INFORMAÇÕES</div></span></span><br />
<a href="http://www.infodireto.com.br/mini-pc-zotac-zbox-nano-ad10-plus-mod-zboxnano-ad10-plus-u.html" target="_blank"><div style="text-align: center;"><img src="http://i49.tinypic.com/2vkkjo7.jpg" border="0" alt="[Imagem: 2vkkjo7.jpg]" /></div></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span style="font-weight: bold;"><span style="color: #FF0000;"><div style="text-align: center;">CLIQUE NO BANNER PARA MAIS INFORMAÇÕES</div></span></span><br />
<a href="http://www.infodireto.com.br/mini-pc-zotac-zbox-nano-ad10-plus-mod-zboxnano-ad10-plus-u.html" target="_blank"><div style="text-align: center;"><img src="http://i49.tinypic.com/2vkkjo7.jpg" border="0" alt="[Imagem: 2vkkjo7.jpg]" /></div></a>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Como escolher e comprar uma placa de vídeo para o seu PC]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=96</link>
			<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:01:04 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=96</guid>
			<description><![CDATA[15/05/2012 09h17 - Atualizado em 15/05/2012 11h57<br />
Guia de placas de vídeo<br />
<br />
Filipe Garrett Para o TechTudo<br />
<br />
Este artigo pretende mostrar como escolher e comprar uma placa de vídeo para o seu PC, independentemente da sua finalidade. Como exemplos, mostraremos alguns modelos atuais do mercado de hardware para computadores.<br />
<br />
Escolher uma placa de vídeo adequada às suas necessidades é um exercício que exige menos conhecimento de hardware do que você imagina. O principal para escolher bem não é internar-se em textos técnicos para entender as entranhas de cada modelo e descobrir qual é o melhor deles. O que você precisa, nesse momento, é calma e uma boa perspectiva geral dos modelos disponíveis no mercado.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Nvidia x AMD</span><br />
<div style="text-align: justify;">
Existem apenas duas marcas de GPU. Nvidia e AMD constroem os chips e a arquitetura das placas e, depois disso, licenciam o design para fabricantes de hardware que, por sua vez, montam as placas e as comercializam. É por isso que existe uma Geforce GTX 680 da EVGA, outra da MSI, uma da Zotac e assim por diante. Mas onde interessa, a GPU, elas são iguais entre si – exceto em edições especiais.</div>
<br />
<span style="font-weight: bold;">Diferenças</span><br />
<br />
<div style="text-align: justify;">EVGA e MSI, por exemplo, fabricam placas da Nvidia. Supondo que você esteja inclinado a comprar uma Geforce GTX 680 e esteja em dúvida entre os modelos dos dois fabricantes. A pergunta inicial é: há diferença entre uma e outra?<br />
<br />
A resposta é sim. E não. Tudo depende da versão. Os fabricantes são autorizados a fazerem ajustes no design da placa, para adaptá-los às suas estratégias de mercado. A EVGA, por exemplo, pode lançar uma versão que oferece um clock (velocidade do processador gráfico) maior que o padrão das Geforce GTX 680. Evidente que isso reflete no preço e o aumento, que para o usuário comum não é tão grande assim, só vale à pena se couber no seu bolso.<br />
<br />
Não se iluda. Uma versão especial de uma placa é sempre melhor que a versão convencional. Mas também mais cara. O que você precisa levar em conta é que o desempenho maior, na maior parte dos casos, não justifica a diferença de preço.</div>
<br />
<span style="font-weight: bold;">Placas de baixa performance</span><br />
<br />
<div style="text-align: justify;">Elas são melhores, em geral, do que o processamento gráfico embutido nos processadores. Por estarem no mercado de entrada, também custam menos. Mas a grande questão aqui é saber definir exatamente qual é seu perfil de uso para saber se uma placa mais em conta supre a sua demanda.<br />
saiba mais<br />
<br />
Se você é um jogador hardcore, por exemplo, ou trabalha com softwares pesados de edição de imagens e modelagem em 3D, uma placa barata pode não ser sua melhor opção. Embora custe menos na hora da compra, a eventual lentidão e pouca margem de manobra para acompanhar a evolução do software podem causar estrago no seu bolso em pouco tempo. Por exemplo: você investe em jogos e trabalha com imagens tridimensionais e resolve comprar uma Geforce GT 555 ou 640, ou uma AMD Radeon HD 6000 ou inferior. De início ela não terá o desempenho das placas mais avançadas e, pior, ficará obsoleta perante o software rapidamente, provocando a necessidade de uma nova aquisição em pouco tempo. É o clássico “o barato sai caro”.<br />
<br />
Muitas vezes, em especial no caso de gamers, compensa mais comprar uma placa de mais desempenho de uma geração anterior. Por exemplo; você não tem verba para comprar uma Geforce GTX 680 ou 690, ou uma Radeon HD 7970, as três principais placas de vídeo do mercado hoje e que no Brasil podem custar mais de R&#36; 1500. Por preços girando em torno de R&#36; 700 é possível encontrar uma Geforce GTX 560, campeã de custo benefício da geração anterior, ou uma Radeon HD 6870. Os dois modelos são as versões mais baratas do mercado high-end da geração anterior de placas. Como comparação, uma placa simples como a Geforce GT 520 pode ser encontrada no Brasil a menos de R&#36; 200.<br />
</div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://s.glbimg.com/po/tt/f/original/2012/05/14/guia-de-placas-de-video.jpg" border="0" alt="[Imagem: guia-de-placas-de-video.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">Mas se a ideia é comprar placas da atual geração do mercado de entrada, independente de detalhes de desempenho e preço, suas opções são as seguintes:<br />
<br />
Nvidia: Geforce GT 605, 620, 630, 640 e 645. A 620 é comum em computadores prontos, vendidos no varejo.<br />
<br />
AMD: O fabricante ainda não lançou seus modelos de entrada para a atual geração. A anterior oferece as Radeon HD 6390, 6450, 6570, 6670, 6750, 6770 e 6790.<br />
<br />
Detalhe: Embora tenha anunciado os chips, os fabricantes ainda não lançaram suas versões de placas de vídeo de entrada da atual geração da Nvidia.</div>
<br />
<span style="font-weight: bold;">Fique de olho</span><br />
<br />
<div style="text-align: justify;">Um mesmo modelo pode ter especificações bem diferentes e uma desatenção aqui pode fazer com que você compre gato por lebre. A Geforce GT 640, por exemplo, pode ter memória DDR3 e GDDR5. Pode ter chip com frequências que variam de 797 MHz a 1552 GHz, dependendo do modelo. Isso pode causar diferenças de preço extremas entre dois modelos de uma mesma placa e, nesse caso, comprar o mais barato pode ser mau negócio.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Placas de média performance</span><br />
<br />
Os modelos desta faixa são excelentes em custo x benefício, especialmente para jogadores que não se importam de não ter a melhor placa da atualidade e estão com menos verba. Neste time, jogam as AMD Radeon HD 7750 e 7770 e as Nvidia Geforce 555, 560 e 570 (as placas médias da atual geração já foram anunciadas, mas ainda não foram lançadas).<br />
<br />
As placas desta gama costumam ser comuns nos desktops porque são mais baratas que os modelos top de linha e mesmo assim oferecem desempenho mais do que suficiente para boa parte dos usuários. É possível, por exemplo, encontrar a Geforce GTX 560 a menos de R&#36; 700 no Brasil, enquanto uma Geforce GTX 580 têm preço na casa dos R&#36; 1500. Pela metade do preço, você pode comprar uma placa que oferece um desempenho competitivo.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Placas de alta performance</span><br />
<br />
Diferente das outras faixas de desempenho e preço, aqui os modelos de ponta de AMD e Nvidia já disputam o mercado. E a preços exorbitantes e promessa de desempenho absolutamente impressionante.<br />
<br />
O principal detalhe para quem pretende comprar uma placa da Nvidia é ficar ligado no core, na GPU do modelo. Os modelos mais avançados oferecem o chip Kepler, mais eficiente em termos energéticos e muito mais poderoso que o antecessor, Fermi.<br />
<br />
De qualquer forma, em geral, as placas de ponta dessa geração, para Nvidia, são: Geforce GTX 670, 680 e 690. A 690, claro, é a mais poderosa e, segundo benchmarks, a mais rápida do mundo atualmente. A grande questão é que todo esse desempenho vigoroso tem um preço bem salgado: US&#36; 999, ou R&#36; 1993 no câmbio de 14/5 – isso sem considerar os impostos de uma corajosa tentativa de importação. E a conta de energia será alta: a placa consegue esse desempenho porque tem dois processadores de 925 MHz – é praticamente um SLi numa única placa.</div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://s.glbimg.com/po/tt/f/original/2012/05/14/guia-de-placas-de-video1.jpg" border="0" alt="[Imagem: guia-de-placas-de-video1.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">É por isso que, para jogadores e entusiastas comuns, entram em foco as 670 e 680 (até 1552 MHz e 1 GHz), com desempenho excelente e preço muito mais em conta. A 670 custa US&#36; 399 (R&#36; 796) e a 680 custa US&#36; 499 (R&#36; 995).<br />
<br />
E há também as placas da AMD, com preços competitivos e desempenho comparável. Embora não tenha mais o posto de placa mais rápida desta geração, as Radeon HD 7970 (clock de 925 MHz, inferior às top da Nvidia) são uma opção interessante para quem prefere a marca e quer desempenho de ponta, sem gastar uma pequena fortuna nas concorrentes da Nvidia.</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[15/05/2012 09h17 - Atualizado em 15/05/2012 11h57<br />
Guia de placas de vídeo<br />
<br />
Filipe Garrett Para o TechTudo<br />
<br />
Este artigo pretende mostrar como escolher e comprar uma placa de vídeo para o seu PC, independentemente da sua finalidade. Como exemplos, mostraremos alguns modelos atuais do mercado de hardware para computadores.<br />
<br />
Escolher uma placa de vídeo adequada às suas necessidades é um exercício que exige menos conhecimento de hardware do que você imagina. O principal para escolher bem não é internar-se em textos técnicos para entender as entranhas de cada modelo e descobrir qual é o melhor deles. O que você precisa, nesse momento, é calma e uma boa perspectiva geral dos modelos disponíveis no mercado.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Nvidia x AMD</span><br />
<div style="text-align: justify;">
Existem apenas duas marcas de GPU. Nvidia e AMD constroem os chips e a arquitetura das placas e, depois disso, licenciam o design para fabricantes de hardware que, por sua vez, montam as placas e as comercializam. É por isso que existe uma Geforce GTX 680 da EVGA, outra da MSI, uma da Zotac e assim por diante. Mas onde interessa, a GPU, elas são iguais entre si – exceto em edições especiais.</div>
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<span style="font-weight: bold;">Diferenças</span><br />
<br />
<div style="text-align: justify;">EVGA e MSI, por exemplo, fabricam placas da Nvidia. Supondo que você esteja inclinado a comprar uma Geforce GTX 680 e esteja em dúvida entre os modelos dos dois fabricantes. A pergunta inicial é: há diferença entre uma e outra?<br />
<br />
A resposta é sim. E não. Tudo depende da versão. Os fabricantes são autorizados a fazerem ajustes no design da placa, para adaptá-los às suas estratégias de mercado. A EVGA, por exemplo, pode lançar uma versão que oferece um clock (velocidade do processador gráfico) maior que o padrão das Geforce GTX 680. Evidente que isso reflete no preço e o aumento, que para o usuário comum não é tão grande assim, só vale à pena se couber no seu bolso.<br />
<br />
Não se iluda. Uma versão especial de uma placa é sempre melhor que a versão convencional. Mas também mais cara. O que você precisa levar em conta é que o desempenho maior, na maior parte dos casos, não justifica a diferença de preço.</div>
<br />
<span style="font-weight: bold;">Placas de baixa performance</span><br />
<br />
<div style="text-align: justify;">Elas são melhores, em geral, do que o processamento gráfico embutido nos processadores. Por estarem no mercado de entrada, também custam menos. Mas a grande questão aqui é saber definir exatamente qual é seu perfil de uso para saber se uma placa mais em conta supre a sua demanda.<br />
saiba mais<br />
<br />
Se você é um jogador hardcore, por exemplo, ou trabalha com softwares pesados de edição de imagens e modelagem em 3D, uma placa barata pode não ser sua melhor opção. Embora custe menos na hora da compra, a eventual lentidão e pouca margem de manobra para acompanhar a evolução do software podem causar estrago no seu bolso em pouco tempo. Por exemplo: você investe em jogos e trabalha com imagens tridimensionais e resolve comprar uma Geforce GT 555 ou 640, ou uma AMD Radeon HD 6000 ou inferior. De início ela não terá o desempenho das placas mais avançadas e, pior, ficará obsoleta perante o software rapidamente, provocando a necessidade de uma nova aquisição em pouco tempo. É o clássico “o barato sai caro”.<br />
<br />
Muitas vezes, em especial no caso de gamers, compensa mais comprar uma placa de mais desempenho de uma geração anterior. Por exemplo; você não tem verba para comprar uma Geforce GTX 680 ou 690, ou uma Radeon HD 7970, as três principais placas de vídeo do mercado hoje e que no Brasil podem custar mais de R&#36; 1500. Por preços girando em torno de R&#36; 700 é possível encontrar uma Geforce GTX 560, campeã de custo benefício da geração anterior, ou uma Radeon HD 6870. Os dois modelos são as versões mais baratas do mercado high-end da geração anterior de placas. Como comparação, uma placa simples como a Geforce GT 520 pode ser encontrada no Brasil a menos de R&#36; 200.<br />
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<div style="text-align: center;"><img src="http://s.glbimg.com/po/tt/f/original/2012/05/14/guia-de-placas-de-video.jpg" border="0" alt="[Imagem: guia-de-placas-de-video.jpg]" /></div>
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<div style="text-align: justify;">Mas se a ideia é comprar placas da atual geração do mercado de entrada, independente de detalhes de desempenho e preço, suas opções são as seguintes:<br />
<br />
Nvidia: Geforce GT 605, 620, 630, 640 e 645. A 620 é comum em computadores prontos, vendidos no varejo.<br />
<br />
AMD: O fabricante ainda não lançou seus modelos de entrada para a atual geração. A anterior oferece as Radeon HD 6390, 6450, 6570, 6670, 6750, 6770 e 6790.<br />
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Detalhe: Embora tenha anunciado os chips, os fabricantes ainda não lançaram suas versões de placas de vídeo de entrada da atual geração da Nvidia.</div>
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<span style="font-weight: bold;">Fique de olho</span><br />
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<div style="text-align: justify;">Um mesmo modelo pode ter especificações bem diferentes e uma desatenção aqui pode fazer com que você compre gato por lebre. A Geforce GT 640, por exemplo, pode ter memória DDR3 e GDDR5. Pode ter chip com frequências que variam de 797 MHz a 1552 GHz, dependendo do modelo. Isso pode causar diferenças de preço extremas entre dois modelos de uma mesma placa e, nesse caso, comprar o mais barato pode ser mau negócio.</div>
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<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Placas de média performance</span><br />
<br />
Os modelos desta faixa são excelentes em custo x benefício, especialmente para jogadores que não se importam de não ter a melhor placa da atualidade e estão com menos verba. Neste time, jogam as AMD Radeon HD 7750 e 7770 e as Nvidia Geforce 555, 560 e 570 (as placas médias da atual geração já foram anunciadas, mas ainda não foram lançadas).<br />
<br />
As placas desta gama costumam ser comuns nos desktops porque são mais baratas que os modelos top de linha e mesmo assim oferecem desempenho mais do que suficiente para boa parte dos usuários. É possível, por exemplo, encontrar a Geforce GTX 560 a menos de R&#36; 700 no Brasil, enquanto uma Geforce GTX 580 têm preço na casa dos R&#36; 1500. Pela metade do preço, você pode comprar uma placa que oferece um desempenho competitivo.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Placas de alta performance</span><br />
<br />
Diferente das outras faixas de desempenho e preço, aqui os modelos de ponta de AMD e Nvidia já disputam o mercado. E a preços exorbitantes e promessa de desempenho absolutamente impressionante.<br />
<br />
O principal detalhe para quem pretende comprar uma placa da Nvidia é ficar ligado no core, na GPU do modelo. Os modelos mais avançados oferecem o chip Kepler, mais eficiente em termos energéticos e muito mais poderoso que o antecessor, Fermi.<br />
<br />
De qualquer forma, em geral, as placas de ponta dessa geração, para Nvidia, são: Geforce GTX 670, 680 e 690. A 690, claro, é a mais poderosa e, segundo benchmarks, a mais rápida do mundo atualmente. A grande questão é que todo esse desempenho vigoroso tem um preço bem salgado: US&#36; 999, ou R&#36; 1993 no câmbio de 14/5 – isso sem considerar os impostos de uma corajosa tentativa de importação. E a conta de energia será alta: a placa consegue esse desempenho porque tem dois processadores de 925 MHz – é praticamente um SLi numa única placa.</div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://s.glbimg.com/po/tt/f/original/2012/05/14/guia-de-placas-de-video1.jpg" border="0" alt="[Imagem: guia-de-placas-de-video1.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">É por isso que, para jogadores e entusiastas comuns, entram em foco as 670 e 680 (até 1552 MHz e 1 GHz), com desempenho excelente e preço muito mais em conta. A 670 custa US&#36; 399 (R&#36; 796) e a 680 custa US&#36; 499 (R&#36; 995).<br />
<br />
E há também as placas da AMD, com preços competitivos e desempenho comparável. Embora não tenha mais o posto de placa mais rápida desta geração, as Radeon HD 7970 (clock de 925 MHz, inferior às top da Nvidia) são uma opção interessante para quem prefere a marca e quer desempenho de ponta, sem gastar uma pequena fortuna nas concorrentes da Nvidia.</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[NVIDIA anuncia novidades para gamers ]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=95</link>
			<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:50:44 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=95</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O CEO mundial da NVIDIA Jen-Hsun Huang apresentará novidades no painel de abertura da GTC (GPU Technology Conference) hoje à tarde. De acordo com a NVIDIA, haverá um grande anúncio para os gamers. Além disso, o executivo falará sobre o impacto da tecnologia baseada em GPUs em campos como a ciência, o design, a indústria, entre outras. </div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/carolina/nvidia-3.jpg" border="0" alt="[Imagem: nvidia-3.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">GTC é um evento mundial realizado pela NVIDIA que reúne desenvolvedores, executivos, empreendedores, cientistas, investidores, imprensa e analistas para discutir a revolução computacional que as GPUs vêm promovendo no mercado.</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O CEO mundial da NVIDIA Jen-Hsun Huang apresentará novidades no painel de abertura da GTC (GPU Technology Conference) hoje à tarde. De acordo com a NVIDIA, haverá um grande anúncio para os gamers. Além disso, o executivo falará sobre o impacto da tecnologia baseada em GPUs em campos como a ciência, o design, a indústria, entre outras. </div>
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<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/carolina/nvidia-3.jpg" border="0" alt="[Imagem: nvidia-3.jpg]" /></div>
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<div style="text-align: justify;">GTC é um evento mundial realizado pela NVIDIA que reúne desenvolvedores, executivos, empreendedores, cientistas, investidores, imprensa e analistas para discutir a revolução computacional que as GPUs vêm promovendo no mercado.</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[NVIDIA anuncia plataforma de games na nuvem ]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=94</link>
			<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:45:59 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=94</guid>
			<description><![CDATA[A NVIDIA anunciou hoje, durante a GPU Technology Conference, a GeForce GRID, uma plataforma composta por hardware e software de servidor que <div style="text-align: justify;">permite a provedores de games como serviço (Games as a Service) forneçam por streaming jogos de última geração em praticamente qualquer dispositivo. Conforme a empresa, graças à sua tecnologia com baixa latência, o gamers podem se divertir com jogos com efeitos visuais de última geração sem o atraso que existe em sistemas semelhantes.<br />
Assine a tag geforce_grid para ser avisado sempre que novos conteúdos marcados pela tag forem publicados<br />
<br />
“Agora os gamers poderão jogar sem dificuldades os melhores títulos do mundo em qualquer lugar, a qualquer hora, a partir de smartphones, tablets, TVs ou PCs”, afirma Phil Eisler, Gerente Geral de Jogos na Nuvem da NVIDIA. “A GeForce GRID representa um enorme avanço no modo como os jogos são distribuídos e jogados”.  </div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://www.adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/risastoider/nvidia5.jpg" border="0" alt="[Imagem: nvidia5.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">Para tornar isso possível, a NVIDIA trabalha em conjunto com a Gaikai e com a Cisco, que auxilia na infraestrutura de servidores. Além disso, a companhia se apóia na nova arquitetura Kepler de GPUs, o que minimiza o consumo de energia e é capaz de codificar simultaneamente até oito streamings de jogos. Isso permite que os provedores dimensionem com eficiência de custos suas ofertas de serviço para atender milhões de jogadores ao mesmo tempo. </div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://www.adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/risastoider/image024.jpg" border="0" alt="[Imagem: image024.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">Com as GPUs do GeForce GRID, os provedores podem renderizar games altamente complexos na nuvem e codificarem tudo na GPU, e não no processador. O consumo de energia do servidor é reduzido aproximadamente pela metade em relação às implementações anteriores e tudo o que o jogador precisa é um navegador e uma conexão à Internet.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Streaming rápido</span><br />
A tecnologia de streaming rápido reduz a latência do servidor para apenas 10 milissegundos – menos de um décimo de um piscar de olhos – capturando e codificando um quadro de jogo em uma única passagem. A plataforma GeForce GRID usa captura de quadro rápido, renderização simultânea e codificação de passagem única para obter um streaming de jogo ultrarrápido.<br />
<br />
A tecnologia de redução de latência nas GPUs GeForce GRID compensa a distância na rede, de modo que os jogadores sentirão como se estivessem usando um supercomputador para jogos, localizado na mesma sala.<br />
O GeForce GRID foi introduzido na Conferência de Tecnologia GPU (GTC), como parte de uma série de anúncios da NVIDIA, que podem ser acessados no site GTC.</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[A NVIDIA anunciou hoje, durante a GPU Technology Conference, a GeForce GRID, uma plataforma composta por hardware e software de servidor que <div style="text-align: justify;">permite a provedores de games como serviço (Games as a Service) forneçam por streaming jogos de última geração em praticamente qualquer dispositivo. Conforme a empresa, graças à sua tecnologia com baixa latência, o gamers podem se divertir com jogos com efeitos visuais de última geração sem o atraso que existe em sistemas semelhantes.<br />
Assine a tag geforce_grid para ser avisado sempre que novos conteúdos marcados pela tag forem publicados<br />
<br />
“Agora os gamers poderão jogar sem dificuldades os melhores títulos do mundo em qualquer lugar, a qualquer hora, a partir de smartphones, tablets, TVs ou PCs”, afirma Phil Eisler, Gerente Geral de Jogos na Nuvem da NVIDIA. “A GeForce GRID representa um enorme avanço no modo como os jogos são distribuídos e jogados”.  </div>
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<div style="text-align: center;"><img src="http://www.adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/risastoider/nvidia5.jpg" border="0" alt="[Imagem: nvidia5.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">Para tornar isso possível, a NVIDIA trabalha em conjunto com a Gaikai e com a Cisco, que auxilia na infraestrutura de servidores. Além disso, a companhia se apóia na nova arquitetura Kepler de GPUs, o que minimiza o consumo de energia e é capaz de codificar simultaneamente até oito streamings de jogos. Isso permite que os provedores dimensionem com eficiência de custos suas ofertas de serviço para atender milhões de jogadores ao mesmo tempo. </div>
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<div style="text-align: center;"><img src="http://www.adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/risastoider/image024.jpg" border="0" alt="[Imagem: image024.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">Com as GPUs do GeForce GRID, os provedores podem renderizar games altamente complexos na nuvem e codificarem tudo na GPU, e não no processador. O consumo de energia do servidor é reduzido aproximadamente pela metade em relação às implementações anteriores e tudo o que o jogador precisa é um navegador e uma conexão à Internet.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Streaming rápido</span><br />
A tecnologia de streaming rápido reduz a latência do servidor para apenas 10 milissegundos – menos de um décimo de um piscar de olhos – capturando e codificando um quadro de jogo em uma única passagem. A plataforma GeForce GRID usa captura de quadro rápido, renderização simultânea e codificação de passagem única para obter um streaming de jogo ultrarrápido.<br />
<br />
A tecnologia de redução de latência nas GPUs GeForce GRID compensa a distância na rede, de modo que os jogadores sentirão como se estivessem usando um supercomputador para jogos, localizado na mesma sala.<br />
O GeForce GRID foi introduzido na Conferência de Tecnologia GPU (GTC), como parte de uma série de anúncios da NVIDIA, que podem ser acessados no site GTC.</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Novidade do GTC 2012, novas GPUs Tesla vão equipar supercomputadores nos EUA ]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=93</link>
			<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:34:24 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=93</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Um dos anúncios feitos hoje pela Nvidia no GPU Technology Conference, que acontece em San Jose na Califórnia, é a nova família  de GPUs Tesla, baseados na arquitetura Kepler de 28 nm. Representada pelos modelos K10 e K20, esta nova geração da Tesla foi projetada para suprir problemas complexos comuns à computação de alta performance, com foco em alta velocidade de processamento e eficiência energética. O que garante a evolução nesses quesitos é justamente a tecnologia Kepler, que é três vezes mais eficiente que a Fermi, arquitetura lançada dois anos atrás.</div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/tulio/k10k20_aberta.jpg" border="0" alt="[Imagem: k10k20_aberta.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">A GPU Tesla K10 da Nvidia deve ter a maior velocidade de processamento para programas que trabalham com sinais de rádio, edição de imagens e avaliação de abalos sísmicos do  mercado. Otimizada para clientes na exploração de petróleo, gás natural e da indústria de defesa, a Tesla K10 contém dois chips GK102 que trabalham em conjunto para alcançar a performance máxima de 4,58 teraflops e 320 GB por segundo na taxa de processamento da memória. O K10 já está disponível para venda.<br />
<br />
Enquanto isso, a Tesla K20 é a nova top de linha da família, concebida para atender os sistemas mais exigentes. Espera-se que seja a GPU com a melhor performance do mundo e também a mais eficiente no consumo de energia. A previsão de chegada no mercado é para o último trimestre do ano. A GK110, GPU na qual a Tesla K20 é baseada, deve ser incorporada ao Titan, novo supercomputador que está instalado no Oak Ridge National Laboratory, no Tennessee, e no sistema Blue Waters de Urbana-Champaign.</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Um dos anúncios feitos hoje pela Nvidia no GPU Technology Conference, que acontece em San Jose na Califórnia, é a nova família  de GPUs Tesla, baseados na arquitetura Kepler de 28 nm. Representada pelos modelos K10 e K20, esta nova geração da Tesla foi projetada para suprir problemas complexos comuns à computação de alta performance, com foco em alta velocidade de processamento e eficiência energética. O que garante a evolução nesses quesitos é justamente a tecnologia Kepler, que é três vezes mais eficiente que a Fermi, arquitetura lançada dois anos atrás.</div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/tulio/k10k20_aberta.jpg" border="0" alt="[Imagem: k10k20_aberta.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">A GPU Tesla K10 da Nvidia deve ter a maior velocidade de processamento para programas que trabalham com sinais de rádio, edição de imagens e avaliação de abalos sísmicos do  mercado. Otimizada para clientes na exploração de petróleo, gás natural e da indústria de defesa, a Tesla K10 contém dois chips GK102 que trabalham em conjunto para alcançar a performance máxima de 4,58 teraflops e 320 GB por segundo na taxa de processamento da memória. O K10 já está disponível para venda.<br />
<br />
Enquanto isso, a Tesla K20 é a nova top de linha da família, concebida para atender os sistemas mais exigentes. Espera-se que seja a GPU com a melhor performance do mundo e também a mais eficiente no consumo de energia. A previsão de chegada no mercado é para o último trimestre do ano. A GK110, GPU na qual a Tesla K20 é baseada, deve ser incorporada ao Titan, novo supercomputador que está instalado no Oak Ridge National Laboratory, no Tennessee, e no sistema Blue Waters de Urbana-Champaign.</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Nvidia GeForce GTX 670]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=92</link>
			<pubDate>Fri, 11 May 2012 13:09:37 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=92</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">No dia 22 de março, um dos grandes mistérios do mundo 3D se revelou, com a chegada da primeira VGA baseada na aguardada arquitetura Kepler da NVIDIA. A GTX 680 surpreendeu a todos não apenas pelo seu desempenho, mas, sobretudo, pela relação entre performance vs. Watt (consumo de energia).<br />
<br />
Decorridos pouco mais de 45 dias da chegada da primeira Kepler, eis que a NVIDIA lança mais uma grata surpresa: a GeForce GTX 670. Se por um lado a placa não tem o mesmo poder de sedução em termos de desempenho que a sua “irmã maior”, por outro, conta em favor da GTX 670, o fato de ter um preço bem mais convidativo (US&#36; 100 a menos do que a GTX 680), mantendo “fôlego” mais do que suficiente para “encarar” os desafios mais pesados do mercado, mesmo em condições severas de configurações (resolução/filtros).<br />
<br />
A GeForce GTX 670 herda o mesmo “DNA” de sua “irmã maior”, ou seja, o mesmo chip gráfico GK104. E como não poderia ser diferente, a placa segue a mesma receita de sucesso da GTX 680, isto é, entrega um desempenho consideravelmente maior do que a GeForce da geração passada, mantendo o TDP em níveis surpreendentemente baixos para a categoria.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/reviews/2012/nvidia_geforce_gtx_670/geforce_gtx_670.jpg" border="0" alt="[Imagem: geforce_gtx_670.jpg]" /></div>
<div style="text-align: justify;">
Assim como a GTX 680, os números por trás da GTX 670 “saltam aos olhos” de quem lê: a quantidade de CUDA Cores (processadores gráficos, também conhecidos como Sream Processors ou Shader Cores) foi aumentada em 2,8 vezes em relação à GTX 570! Em relação aos clocks, o incremento “assusta”, principalmente nas memórias, que saíram de 3.8Ghz para 6.0Ghz! Já a GPU, que trabalhava em 732Mhz, agora opera em até 980Mhz!<br />
<br />
Contudo, a placa apresenta outros destaques bem interessantes, como é o caso do GPU Boost – que turbina dinamicamente os clocks da placa – dos filtros proprietários FXAA (Fast Approximate Anti-Aliasing) e TXAA (Temporal Anti-aliasing), além do recurso adaptive VSync (sincronismo vertical adaptativo) e do 3D Vision Surround.<br />
<br />
Confiram no decorrer desta análise o comportamento da placa nos mais diversos testes a que foi submetida pela nossa equipe. Vale destacar que a Adrenaline foi um dos poucos portais em todo o mundo a receber em caráter super exclusivo, um modelo da GeForce GTX 670.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Arquitetura GK104</span><br />
<br />
A linha Fermi (que deu origem as GeForces da série 400 e 500) foi, sem dúvida para a NVIDIA, o passo à frente mais significativo em termos de avanço na macro-arquitetura das GPUs desde o lançamento da primeira G80 (8800 GTX) lançada no final de 2006, inaugurando o que se conhece muito bem hoje do conceito de gráficos unificados e computação paralela conjugada MIMD (Múltiplas Instruções, Múltiplos Dados).<br />
<br />
Com a Fermi, os engenheiros da NVIDIA empregaram todo o seu conhecimento adquirido ao longo das duas últimas gerações, bem como todos os aplicativos, e desenvolveram uma abordagem totalmente nova de design para criar a primeira GPU computacional do mundo. A arquitetura era baseada em pipelines de geometria paralela otimizadas para o Tessellation e para o mapeamento de deslocamento, bem como para uma nova arquitetura computacional que oferecia mais velocidade na troca de contexto e aprimoramento no desempenho para operações atômicas.<br />
<br />
Já a Kepler, encabeçada pelo GK104 (presente na GTX 680/GTX 670) – embora construída a partir dos alicerces da Fermi – parece dar um passo adiante na evolução dos chips gráficos da NVIDIA, ao focar na otimização e eficiência de recursos.<br />
<br />
A nova geração de GPUs é composta de inúmeros blocos de hardware distintos, cada um especializado em tarefas específicas. Entretanto, o GPC (Graphics Processing Clusters) continua a ser o bloco de hardware de alto nível dominante na arquitetura Kepler, com recursos dedicados para a computação geral, rasterização, sombreamento e texturização. Em outras palavras, quase todas a funções de processamento gráfico de um núcleo da GPU estão contidas no GPC.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;"><img src="http://www.adrenaline.com.br/thumbs/files/upload/reviews/2012/nvidia_geforce_gtx_670/block_diagram.jpg" border="0" alt="[Imagem: block_diagram.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">Como pode ser visto acima na estrutura de processamento da Kepler, há um grande bloco chamado pela NVIDIA de “Gigathread Engine”, composto de quatro GPCs, quatro controladores de memória, partições ROPs e cache L2. Vale ressaltar que cada GPC, que são na realidade grandes unidades de processamento e se comportam como mini GPUs independentes, possui duas unidades da nova geração de Streaming Multiprocessors, chamados agora pela companhia de SMX (até então a companhia havia batizado os multiprocessadores de Streaming de SM). Diferentemente das duas gerações passadas (GF10x e GF11x), em que cada SM continha 32 CUDA Cores, os SMX da GK104 (assim como suas variantes) possuem nada menos do que impressionantes 192 CUDA Cores! Desta forma, a NVIDIA chega ao número “mágico” de 1536 CUDA Cores (4 GPCs x 2 SMXs x 192 CUDA Cores) na GTX 680.<br />
<br />
Como não poderia deixar de ser, a tática de desativar um(alguns) conjunto(s) de recurso(s) se repete com a GeForce GTX 670. Assim, ao invés de 8 unidades de SMX, a “irmã menor” da GTX 680 possui 7 unidades. Com isso, a quantidade total de CUDA Cores cai de 1536 para 1344 (8 SMXs x 192 CUDA Cores).<br />
<br />
Outra mudança visível na comparação entre as arquiteturas da Fermi e Kepler está na quantidade máxima de controladores de memória. Ao invés de seis blocos de 64 bits, há “apenas” quatro, totalizando assim um bus de 256 bits (4 blocos x 64 bits) para a GK104 contra 384 bits das GF100 e GF110.<br />
<br />
Em relação à quantidade de unidades de rasterização, a GK104 possui um total de 32 ROPs, contra 48 ROPs das GF100 e GF110. Essa diferenciação só foi possível em virtude dessas unidades estarem arranjadas em um bloco funcional separado do SMX. Assim, enquanto a linha Fermi possui seis blocos rasterizadores, cada um composto por oito ROPs – totalizando 48 ROPs (6 blocos x 8 ROPs), a GK104 possui “apenas” quatro blocos, explicando-se assim a quantidade de 32 ROPs (4 blocos x 8 ROPs).<br />
<br />
Quanto às unidades de texturização, cada SMX é composto por 16 TMUs, o dobro do número de TMUs presentes no Streaming Multiprocessor da geração Fermi. Com um total de oito SMX (4 GPCs x 2 SMXs), a GK104 tem, portanto, um total de 128 unidades de texturização (8 SMXs x 16 TMUs), contra 64 TMUs da GF110 (16 SM x 4 TMUs).<br />
<br />
Mais uma vez cabe explicar que, pela ausência de uma unidade SMX, a GeForce GTX 670 possui um total de 112 TMUs (7 SMXs x 16 TMUs).<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Por dentro do SMX</span><br />
<br />
Talvez a grande novidade presente na arquitetura Kepler seja a nova geração dos Streaming Multiprocessors, batizado pela NVIDIA de SMX. Além de disponibilizar um desempenho muito maior que o antigo SM da linha Fermi, cada multiprocessador de Streaming consome agora significativamente menos energia em relação à arquitetura anterior.<br />
<br />
As principais unidades de hardware responsáveis pelo processamento do GK104 estão inseridas dentro da estrutura do SMX, como é o caso dos CUDA Cores, que lidam, entre outros pontos, com o processamento dos vértices, pixels e da geometria, bem como os cálculos computacionais e de física.<br />
<br />
Além disso, é aí que se encontram as unidades de texturização que lidam com a filtragem das texturas, com o carregamento/armazenamento das unidades de busca (units fetch) e pelo salvamento dos dados na memória.<br />
</div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://www.adrenaline.com.br/thumbs/files/upload/reviews/2012/nvidia_geforce_gtx_680/smx_diagram.jpg" border="0" alt="[Imagem: smx_diagram.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">Olhando para a imagem acima, podemos ver que os 192 CUDA Cores foram “empacotados” juntos com 64KB de memória cache dedicada que alterna entre os modos 48KB/16KB ou 16KB/48KB para toda a memória compartilhada e cache L1. Essa comutação dinâmica auxilia os desenvolvedores de jogos a otimizar a performance de seus games, em virtude da arquitetura ser bastante flexível. A GPU tem ainda à disposição 512KB de cache L2.<br />
<br />
Além disso, há ainda as unidades Warp Scheduler e Master Dispatch que se alimentam de arquivos de registros (Register Files) imensos (65.536 entradas de 32-bits – o arquivo de registro pode aceitar formatos diferentes ou seja, 8-bit, 16-bit, etc). O cluster SMX possui ainda 16 TMUs, cache de textura e o mais importante de tudo: PolyMorph Engine 2.0.<br />
<br />
As unidades de Polymorph Engine foram introduzidas na Fermi para lidar com uma enorme carga de trabalho advinda das novas tecnologias, como é o caso da API gráfica DirectX 11. Talvez, a principal delas seja a badalada técnica de aprimoramento da qualidade das imagens, conhecida como Tessellation (Tess), que aumenta de forma quase exponencial a quantidade de triângulos em uma cena, exigindo assim o máximo da GPU.<br />
<br />
Com a geração Kepler, a NVIDIA aprimorou a Polymorph Engine, ao introduzir a Polymorph Engine 2.0 que, de acordo com a companhia, possibilita o dobro de desempenho do processamento primitivo e de Tessellation por SMX, em relação à Fermi.<br />
<br />
A PolyMorph Engine 2.0 lida com os buscadores de vértices, com o tessellation, transformador viewport, configurador de atributo e saída de streaming.<br />
<br />
Finalmente, as Unidades de Função Especial, mais conhecidas pela sigla em inglês SFU (Special Function Units) controlam instruções transcendentais e de interpolação gráfica.<br />
</div>
<br />
<div style="text-align: justify;">Abaixo, um resumo das principais especificações da GeForce GTX 670:<br />
<br />
• 3,54 bilhões de transistores;<br />
• Nova litografia em 28 nm;<br />
• Área do die (estimado): 294mm2;<br />
• Frequência de operação das texturas e ROPs (GPU): 915MHz (base clock) / 980Mhz (boost clock);<br />
• 1344 CUDA Cores/shader processors;<br />
• Frequência de operação das memórias: 6008MHz (GDDR5);<br />
• Quantidade de memória: 2GB;<br />
• Interface de memória: 256bits;<br />
• TDP: máximo de 170 watts;<br />
• Limiar térmico da GPU em 98° C;<br />
• Suporte às tecnologias: CUDA, DirectX 11.1, GeForce 3D Vision, NVIDIA 3D Vision Surround, Filtros FXAA/TXAA, GPU Boost, Adptive VSync, NVIDIA PhysX,  PureVideo HD Technology, Badaboom, HDMI 1.4a, OpenGL 4.2, OpenCL, DirectCompute, Windows 7.<br />
<br />
E ainda:<br />
<br />
• Nova Geração do Streaming Multiprocessor (SMX);<br />
• 192 CUDA cores por SMX, 6x mais que a GF110 (GTX 580/GTX 570);<br />
• 8 PolyMorph Engine 2.0 (GTX 680) / 7 PolyMorph Engine 2.0 (GTX 670);<br />
<br />
Conforme já mencionado no tópico anterior, os engenheiros da NVIDIA se superaram no que diz respeito à imensa quantidade de CUDA Cores presentes no GK104. Triplicar o número de núcleos de processamento foi algo tão surreal, que os primeiros rumores que apontavam esse fato foram prontamente taxados por grande parte da comunidade como “fake”, por ser algo supostamente impossível de acontecer.<br />
<br />
Isso foi possível, em grande parte, pela mudança na arquitetura da geração Kepler. Ao reduzir a quantidade de Streaming Multiprocessor pela metade em relação à Fermi, a NVIDIA conseguiu aumentar a eficiência dos SMXs, na medida em que multiplicou por 6 (de 32 para 192) a quantidade de CUDA Cores em cada cluster de processamento.<br />
<br />
Assim como a GTX 680, a GTX 670 tem vários números que surpreendem até mesmo aos fãs mais apaixonados pela linha GeForce. A frequência de operação é um destes casos. Os 915Mhz do base clock (clock padrão em condições normais de uso) representa um incremento de 25% sobre os 732Mhz da GPU da GTX 570. Contudo, com o artifício do boost clock (clock quando a placa necessita de fôlego extra), a placa pode alcançar 980Mhz, elevando para 34% o ganho sobre a sua “irmã mais velha”.<br />
<br />
O caso das memórias é ainda mais surpreendente. Enquanto que a GTX 570 trabalha em 3.8Ghz, na GTX 670 as VRAMs operam em 6.0Ghz. Ou seja: upgrade de 58%!. Em contra partida, ao reduzir o bus de 320 bits para 256 bits, o incremento na largura de banda de memória é de “apenas” 26%, chegando a robustos 192,2 GB/s. Outro ponto não tão positivo refere-se a redução na quantidade de unidades de rasterização de 40 para 32, resultando em uma taxa de preenchimento de pixels (pixel fillrate) de 29,3 Gpixels/s, exatamente o mesmo de sua "irmã mais velha".<br />
<br />
Outro número taxado como “algo sem fundamento” – e que se mostrou verdadeiro, foi a dissipação térmica (TDP). Apesar dos 3,54 bilhões de transistores (18% a mais que a GTX 580), 1344 CUDA Cores (180% a mais que a GTX 570) e clocks extremamente elevados para o segmento, a GeForce GTX 670 possui TDP máximo de 170W! Trata-se de um valor muito interessante, ainda mais em comparação aos 219W da GTX 570. De quebra, é a primeira vez em muitos anos que uma GeForce de alto desempenho apresenta uma dissipação térmica nominal menor que uma Radeon concorrente. Ou seja, a NVIDIA enterra de vez qualquer resquício de que suas placas são “beberronas” em termos de consumo de energia.<br />
<br />
Vale mencionar que, para suprir os 170W, a companhia disponibilizou uma configuração até então inédita na indústria, ao disponibilizar dois conectores de energia de seis pinos (suprindo assim 150W, além dos 75W adicionais do PCI Express), ao invés do tradicional modelo 6+8 pinos. Com isso, reduz-se a necessidade da utilização de adaptadores (o que não é recomendável), além de aumentar o espectro de fontes (PSUs) compatíveis com a placa. De acordo com a NVIDIA, é recomendado o uso de uma fonte real de 500W.<br />
<br />
Fechando os “números mágicos” da GTX 670 – e que mais uma vez foi alvo de ceticismo por grande parte do mercado – temos a área do die do chip gráfico GK104. Com 294 mm² (contra 520mm² da GTX 580/GTX 570), trata-se de algo surpreendente – mais uma vez – se levarmos em conta sobretudo a quantidade de CUDA Cores e transistores.<br />
<br />
É bom que se diga que grande parte destes “números mágicos” se devem à reengenharia por que passou a arquitetura Fermi – dando origem à Kepler, além, é claro, do refinamento no processo de fabricação em 28nm. </div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/reviews/2012/nvidia_geforce_gtx_670/tab.png" border="0" alt="[Imagem: tab.png]" /></div>
<br />
Conforme já mencionado no decorrer desta análise, a nova geração Kepler trouxe gratas surpresas para os usuários. Algumas, exclusivas, como é o caso dos novos filtros FXAA e TXAA, do GPU Boost, Adptive VSync e 3D Vision Surround com apenas uma VGA. Outras são comuns às demais placas de nova geração, com o é o caso do suporte ao DirectX 11.1 e do PCI Express 3.0. Detalharemos a seguir tais novidades.<br />
<div style="text-align: justify;">
<span style="font-weight: bold;">DirectX 11.1</span><br />
Apesar do suporte à mais recente API Gráfica da Microsoft ter sempre sido motivo de destaque no marketing das companhias, ao que parece, a NVIDIA não está tão empolgada com tal fato. Tanto que, apesar de a arquitetura Kepler suportar o  DirectX 11.1, John Danskin, vice-presidente de arquitetura de GPU da NVIDIA, soltou a seguinte frase durante o NVIDIA Editor's Day em São Francisco (evento super seleto, fechado a um restrito grupo de jornalistas de várias partes do mundo – e coberto pelo Adrenaline): "Sim, [a GeForce GTX 680] será compatível com DirectX 11.1, mas... quem se importa?"</div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/reviews/2010/radeon_5670/dx11.jpg" border="0" alt="[Imagem: dx11.jpg]" /></div>
<div style="text-align: justify;">
Provavelmente o que o executivo quis dizer foi que a atualização da API Gráfica da Microsoft não trará tantas melhorias gráficas; e mais ainda: deverá demorar até que o DX11.1 seja adotado amplamente pelos games – assim como o próprio DX11. Até que isso ocorra, é provável que as GeForces da série 700 ou mesmo 800 já tenha sido lançadas.<br />
<br />
Outro ponto é que, até o Windows 8 chegar, tal recurso ficará apenas no papel. Ainda assim, as principais novidades do DX11.1 serão:<br />
<br />
• Rasterização independente de objeto;<br />
• Interoperabilidade flexível entre computação gráfica e vídeo;<br />
• Suporte nativo ao Stereo 3D.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">PCIe Gen 3</span><br />
Na medida em que novas gerações de placas chegavam ao mercado, foi gerado um temor nos analistas de que o padrão de interface de comunicação PCI Express chegaria a um ponto em que não conseguiria dar mais vazão ao fluxo de dados com a intensidade necessária, criando assim um verdadeiro gargalo para o desempenho da VGA.<br />
<br />
Este temor, contudo, se diluiu, com o recente anúncio da geração 3 do PCIe, que dobrou a taxa de transferência em relação ao PCIe Gen 2, garantindo tranquilidade para as futuras placas 3D.<br />
<br />
Com o novo patamar de desempenho advindo da geração Kepler, a NVIDIA garantiu o suporte ao PCI Express 3.0 nas GeForces série 600, encerrando qualquer tipo de temor em relação a gargalo de desempenho.<br />
<br />
Com o PCIe Gen 3, a largura de banda saltou de 16GB/s para 32GB/. Já nas placas acessórias instaladas, o ganho saiu de 500MB/s para 1GB/s por pista/linha. Assim, os dispositivos que utilizam a configuração x16 podem utilizar de 16GB/s, ou 128Gbps. Vale ressaltar, contudo, que para se beneficiar do PCI Express 3.0 o usuário deverá ter um sistema totalmente preparado e compatível com tal recurso. Assim, além de uma VGA PCIe Gen 3.0, tanto a placa-mãe quanto o processador deverão suportar a novidade.</div>
<br />
<span style="font-weight: bold;">GPU Boost</span><div style="text-align: justify;">
<br />
Exclusivo das GeForces, trata-se da tecnologia combinada de harware com software de ajuste dinâmico nos clocks.<br />
<br />
Semelhante ao Turbo Boost da Intel e ao TurboCore da AMD, o GPU Boost tem como objetivo disponibilizar a quantidade de megahertz necessária para o bom funcionamento das tarefas, a depender, claro, de certas condições, como consumo de energia e temperatura da GPU.<br />
<br />
Com a Kepler, há agora os conceitos de clocks base (base clock) e clock de impulso (boost clock). Dessa forma, a placa opera por padrão em 915Mhz, podendo ir a 980Mhz (overclock de 7%) quando for preciso um maior poder de processamento (como a renderização de gráficos complexos), desde, claro, que haja condições para isso (TDP e temperatura abaixo do máximo permitido). Em outras palavras, a tecnologia utiliza a diferença entre o consumo atual (varia de acordo com o software executado) e o TDP máximo da placa, para alavancar o clock base e aumentar a performance, chegando assim ao patamar que a NVIDIA denominou de "boost clock".</div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="font-weight: bold;">FXAA</span><br />
Embora não seja um filtro de Anti-Aliasing (antisserrilhado) inédito, a NVIDIA aprimorou o FXAA (Fast Approximate Anti-Aliasing) na nova geração Kepler.<br />
<br />
Semelhante ao MLAA (Morphological Anti-Aliasing, ou Antisserrilhamento Morfológico) empregado pela AMD nas novas Radeons, o FXAA é uma técnica de pós-processamento, isto é, que aplica o filtro de anti-aliasing na imagem após esta ter sido gerada pela GPU. Isso é bastante vantajoso, haja vista que alivia a carga de trabalho da unidade de processamento gráfico. Vale destacar que o FXAA é aplicado junto com outras técnicas de pós-processamento, como é o caso do motion blur e do bloom.<br />
<br />
Com a chegada da Kepler, a NVIDIA passou a adotar o FXAA via driver (geração R300), possibilitando a utilização do filtro em centenas de jogos. Outro destaque do Fast Approximate Anti-Aliasing sobre o Morphological Anti-Aliasing está no ganho de desempenho, chegando a ser 60% mais veloz que o MSAA em 4X.<br />
<br />
Um fato que chamou bastante a atenção da comunidade foi a apresentação do Samaritan Demo (demonstração de um vídeo da Epic que ressalta o poderio gráfico do DirectX da Unreal Engine) na Game Devolpers Conference – GDC 2011. Na ocasião, a Epic necessitou de três GeForces GTX 580 para rodar o demo a contento. Passado um ano, ou seja, na GDC 2012, a Epic fez uma nova apresentação do Samaritan Demo. Contudo, para a surpresa de todos, foi necessário apenas uma GeForce GTX 680 e a utilização do FXAA para “dar conta do recado”.</div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="font-weight: bold;">TXAA</span><br />
Considerado pela NVIDIA como a próxima geração de filtros de antisserilhamento (responsável pela geração do próximo nível em termos de qualidade de imagem), o TXAA (Temporal Anti-aliasing) promete disponibilizar muito mais qualidade e performance se comparado com o MSAA.<br />
<br />
Segundo a companhia, o antisserilhamento temporal foi criado com o objeto de explorar toda a capacidade de processamento de texturas da geração Kepler (mais especificamente da dupla GTX 680/GTX 670).<br />
<br />
O TXAA é um misto de anti-aliasing de hardware com filme GC estilo AA, e para o caso do filtro em 2X, um componente temporal opcional é empregado, para melhorar a qualidade da imagem.<br />
<br />
O filtro de Temporal Anti-aliasing está disponível em dois modos: TXAA1 e TXAA2. De acordo com a NVIDIA, o TXAA1 oferece uma qualidade gráfica superior ao MSAA em 8X, com gasto de processamento semelhante ao MSAA em 2X. Já o TXAA2 permite uma qualidade das imagens superior ao TXAA1, com performance comparável ao MSAA em 4X.<br />
<br />
Inicialmente o filtro antisserilhamento temporal será implementado diretamente na engine de alguns dos principais jogos da futura geração. Até o momento, a Epic Games, com a sua badalada Unreal Engine Technology 4, e a Crytek, são dois dos principais estúdios que já estão desenvolvendo games com o novo filtro da NVIDIA.</div>
<span style="font-weight: bold;"><br />
CUDA </span><div style="text-align: center;">
<img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/artigos/2009/adrenaline_vga_chart_2009/cuda2.jpg" border="0" alt="[Imagem: cuda2.jpg]" /></div>
<div style="text-align: justify;">Trata-se da abreviação para Compute Unified Device Architecture (em tradução livre: Arquitetura de Dispositivo Unificado de Computação). Em outras palavras, CUDA é o nome dado pela NVIDIA para designar a arquitetura de computação paralela mais conhecida como GPGPU (general-purpose computing on graphics processing units).<br />
<br />
Sem maiores complicações ou termos técnicos, trata-se da tecnologia na qual se utiliza uma GPU (chip gráfico) para realizar uma tarefa comumente executada por um processador (CPU). Isso só é possível graças à adição de estágios programáveis e da aritmética de maior precisão contidas nos canais de processamento da GPU, que permite que os desenvolvedores de programas utilizem o processamento de fluxo de dados para dados não gráficos.<br />
<br />
Apresentada inicialmente em 2007, a tecnologia CUDA está presente em uma vasta gama de chips da NVIDIA, tais como nas GPUs de classe científica Tesla, nas profissionais Quadro, além, é claro, das GeForces desde a geração G8x.<br />
<br />
De acordo com vários experts no assunto, a grande vantagem de utilizar uma GPU ao invés de uma CPU para realizar tarefas do cotidiano está na arquitetura por trás do chip gráfico, massivamente focado na computação paralela, graças à imensa quantidade de cores/núcleos. Eles são, portanto, capazes de rodar milhares de threads simultaneamente. Dessa forma, aplicações voltadas para a biologia, física, simulações, criptografia, entre outras, terão um benefício muito maior com a tecnologia GPGPU/CUDA.<br />
<br />
No campo dos games, a renderização dos gráficos torna-se muito mais eficiente com a Compute Unified Device Architecture, como por exemplo, nos cálculos dos efeitos da física (como é o caso da fumaça, fogo, fluidos...)<br />
<br />
Atualmente, é o processo de GPGPU mais difundido no mercado, com mais de 100 milhões de placas compatíveis. </div>
<br />
<span style="font-weight: bold;">PhysX</span> <br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/artigos/2009/adrenaline_vga_chart_2009/physx2.jpg" border="0" alt="[Imagem: physx2.jpg]" /></div><div style="text-align: justify;">
Embora seja uma das grandes “vedetes” dos games modernos, a tecnologia de processamento da física é uma tecnologia que já vem de alguns anos.<br />
<br />
Lançada inicialmente em 2005 pela então AGEIA, com a sua famigerada PPU (Physics Processing Unit – um tipo de chip exclusivo para o processamento da física), a iniciativa nunca chegou a decolar em virtude de seu alto custo para a época, apesar de toda a promessa por trás da tecnologia.<br />
<br />
Contudo, a NVIDIA enxergou na PPU da AGEIA uma imensa oportunidade pela frente. Tanto foi que, em 2008, anunciou para o mercado a compra da companhia, bem como de seu bem mais precioso: a tecnologia PhysX. Assim, a NVIDIA passou a incorporar os benefícios da PPU dentro de suas GPUs.<br />
<br />
Muito bem, mas o que vem a ser exatamente o tal cálculo da física presente no PhysX? Trata-se da técnica na qual o chip gráfico realiza uma série de tarefas específicas em um game, tornando-o mais realista para o jogador ao adicionar ambientes físicos vibrantes, de imersão total.<br />
<br />
A física é o próximo passo na evolução dos jogos. Diz respeito à forma como os objetos se movimentam, interagem e reagem ao ambiente que os cerca. Em muitos dos jogos atuais, sem física, os objetos não parecem se mover da forma desejada ou esperada na vida real. Hoje em dia, a maior parte da ação se limita a animações pré-fabricadas, que são acionadas por eventos do próprio jogo, como um tiro que acerta a parede. Até as armas mais pesadas produzem pouco mais que uma pequena marca nas paredes mais finas, e todos os inimigos atingidos caem da mesma forma já programada. Para os praticantes, os jogos são bons, mas falta o realismo necessário para produzir a verdadeira sensação de imersão.<br />
<br />
Em conjunto com as GPUs GeForce habilitadas para a CUDA, o PhysX oferece a potência computacional necessária para produzir a física avançada e realista nos jogos de próxima geração, deixando para trás os efeitos de animação pré-fabricados.<br />
<br />
É através do cálculo da física que, por exemplo, uma explosão parece mais real para o usuário, uma vez que se pode gerar um verdadeiro “efeito dominó” por trás desse evento. Assim, é possível adicionar uma série de elementos para a cena, como é o caso de estilhaços, e não mais apenas o fogo e a fumaça.<br />
<br />
O PhysX é responsável, entre outras funções, por processar as seguintes tarefas em um game:<br />
<br />
• Explosões com efeitos de poeira e destroços;<br />
• Personagens com geometrias complexas e articuladas para permitir movimentação e interação mais realistas;<br />
• Novos e incríveis efeitos nos efeitos dos disparos de armas;<br />
• Tecidos que se enrugam e rasgam naturalmente;<br />
• Fumaça e névoa formadas em torno de objetos em movimento.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">SLI</span><br />
Antes de iniciarmos a falar da tecnologia SLI, é preciso voltar no tempo. Em 1998, em uma época em que Radeons e GeForces eram meras coadjuvantes, havia uma Rainha das Placas 3D: a Voodoo 2 da então 3Dfx. A placa tinha como destaque o suporte ao SLI (Scan Line Interleaving), que possibilitou colocar duas VGAs PCI (não confundir com o atual PCIe) Voodoo 2 para renderizar os gráficos em regime de cooperação, dividindo as linhas de varredura em pares e ímpares, sendo que cada uma das placas ficava encarregada de processar um tipo de linha. Como resultado, o ganho de performance foi imenso para a época.<br />
<br />
Sendo assim, o objetivo da tecnologia SLI presente tanto na antiga Voodoo 2 quanto nas modernas GeForces é o mesmo: unir duas ou mais placas de vídeo em conjunto para produzir uma única saída. Trata-se, portanto, de uma aplicação de processamento paralelo para computação gráfica, destinada a aumentar o poder de processamento disponível nas placas 3D.<br />
<br />
Depois de comprar a 3Dfx em 2001, a NVIDIA adquiriu a tecnologia, mas deixou-a “engavetada” até 2004, quando a reintroduziu com o nome de Scalable Link Interface. Contudo, a tecnologia por trás do nome SLI mudou dramaticamente.<br />
</div>
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/reviews/2012/nvidia_geforce_gtx_680/geforce_gtx_680_sli.jpg" border="0" alt="[Imagem: geforce_gtx_680_sli.jpg]" /></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">No dia 22 de março, um dos grandes mistérios do mundo 3D se revelou, com a chegada da primeira VGA baseada na aguardada arquitetura Kepler da NVIDIA. A GTX 680 surpreendeu a todos não apenas pelo seu desempenho, mas, sobretudo, pela relação entre performance vs. Watt (consumo de energia).<br />
<br />
Decorridos pouco mais de 45 dias da chegada da primeira Kepler, eis que a NVIDIA lança mais uma grata surpresa: a GeForce GTX 670. Se por um lado a placa não tem o mesmo poder de sedução em termos de desempenho que a sua “irmã maior”, por outro, conta em favor da GTX 670, o fato de ter um preço bem mais convidativo (US&#36; 100 a menos do que a GTX 680), mantendo “fôlego” mais do que suficiente para “encarar” os desafios mais pesados do mercado, mesmo em condições severas de configurações (resolução/filtros).<br />
<br />
A GeForce GTX 670 herda o mesmo “DNA” de sua “irmã maior”, ou seja, o mesmo chip gráfico GK104. E como não poderia ser diferente, a placa segue a mesma receita de sucesso da GTX 680, isto é, entrega um desempenho consideravelmente maior do que a GeForce da geração passada, mantendo o TDP em níveis surpreendentemente baixos para a categoria.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/reviews/2012/nvidia_geforce_gtx_670/geforce_gtx_670.jpg" border="0" alt="[Imagem: geforce_gtx_670.jpg]" /></div>
<div style="text-align: justify;">
Assim como a GTX 680, os números por trás da GTX 670 “saltam aos olhos” de quem lê: a quantidade de CUDA Cores (processadores gráficos, também conhecidos como Sream Processors ou Shader Cores) foi aumentada em 2,8 vezes em relação à GTX 570! Em relação aos clocks, o incremento “assusta”, principalmente nas memórias, que saíram de 3.8Ghz para 6.0Ghz! Já a GPU, que trabalhava em 732Mhz, agora opera em até 980Mhz!<br />
<br />
Contudo, a placa apresenta outros destaques bem interessantes, como é o caso do GPU Boost – que turbina dinamicamente os clocks da placa – dos filtros proprietários FXAA (Fast Approximate Anti-Aliasing) e TXAA (Temporal Anti-aliasing), além do recurso adaptive VSync (sincronismo vertical adaptativo) e do 3D Vision Surround.<br />
<br />
Confiram no decorrer desta análise o comportamento da placa nos mais diversos testes a que foi submetida pela nossa equipe. Vale destacar que a Adrenaline foi um dos poucos portais em todo o mundo a receber em caráter super exclusivo, um modelo da GeForce GTX 670.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Arquitetura GK104</span><br />
<br />
A linha Fermi (que deu origem as GeForces da série 400 e 500) foi, sem dúvida para a NVIDIA, o passo à frente mais significativo em termos de avanço na macro-arquitetura das GPUs desde o lançamento da primeira G80 (8800 GTX) lançada no final de 2006, inaugurando o que se conhece muito bem hoje do conceito de gráficos unificados e computação paralela conjugada MIMD (Múltiplas Instruções, Múltiplos Dados).<br />
<br />
Com a Fermi, os engenheiros da NVIDIA empregaram todo o seu conhecimento adquirido ao longo das duas últimas gerações, bem como todos os aplicativos, e desenvolveram uma abordagem totalmente nova de design para criar a primeira GPU computacional do mundo. A arquitetura era baseada em pipelines de geometria paralela otimizadas para o Tessellation e para o mapeamento de deslocamento, bem como para uma nova arquitetura computacional que oferecia mais velocidade na troca de contexto e aprimoramento no desempenho para operações atômicas.<br />
<br />
Já a Kepler, encabeçada pelo GK104 (presente na GTX 680/GTX 670) – embora construída a partir dos alicerces da Fermi – parece dar um passo adiante na evolução dos chips gráficos da NVIDIA, ao focar na otimização e eficiência de recursos.<br />
<br />
A nova geração de GPUs é composta de inúmeros blocos de hardware distintos, cada um especializado em tarefas específicas. Entretanto, o GPC (Graphics Processing Clusters) continua a ser o bloco de hardware de alto nível dominante na arquitetura Kepler, com recursos dedicados para a computação geral, rasterização, sombreamento e texturização. Em outras palavras, quase todas a funções de processamento gráfico de um núcleo da GPU estão contidas no GPC.</div>
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<div style="text-align: justify;"><img src="http://www.adrenaline.com.br/thumbs/files/upload/reviews/2012/nvidia_geforce_gtx_670/block_diagram.jpg" border="0" alt="[Imagem: block_diagram.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">Como pode ser visto acima na estrutura de processamento da Kepler, há um grande bloco chamado pela NVIDIA de “Gigathread Engine”, composto de quatro GPCs, quatro controladores de memória, partições ROPs e cache L2. Vale ressaltar que cada GPC, que são na realidade grandes unidades de processamento e se comportam como mini GPUs independentes, possui duas unidades da nova geração de Streaming Multiprocessors, chamados agora pela companhia de SMX (até então a companhia havia batizado os multiprocessadores de Streaming de SM). Diferentemente das duas gerações passadas (GF10x e GF11x), em que cada SM continha 32 CUDA Cores, os SMX da GK104 (assim como suas variantes) possuem nada menos do que impressionantes 192 CUDA Cores! Desta forma, a NVIDIA chega ao número “mágico” de 1536 CUDA Cores (4 GPCs x 2 SMXs x 192 CUDA Cores) na GTX 680.<br />
<br />
Como não poderia deixar de ser, a tática de desativar um(alguns) conjunto(s) de recurso(s) se repete com a GeForce GTX 670. Assim, ao invés de 8 unidades de SMX, a “irmã menor” da GTX 680 possui 7 unidades. Com isso, a quantidade total de CUDA Cores cai de 1536 para 1344 (8 SMXs x 192 CUDA Cores).<br />
<br />
Outra mudança visível na comparação entre as arquiteturas da Fermi e Kepler está na quantidade máxima de controladores de memória. Ao invés de seis blocos de 64 bits, há “apenas” quatro, totalizando assim um bus de 256 bits (4 blocos x 64 bits) para a GK104 contra 384 bits das GF100 e GF110.<br />
<br />
Em relação à quantidade de unidades de rasterização, a GK104 possui um total de 32 ROPs, contra 48 ROPs das GF100 e GF110. Essa diferenciação só foi possível em virtude dessas unidades estarem arranjadas em um bloco funcional separado do SMX. Assim, enquanto a linha Fermi possui seis blocos rasterizadores, cada um composto por oito ROPs – totalizando 48 ROPs (6 blocos x 8 ROPs), a GK104 possui “apenas” quatro blocos, explicando-se assim a quantidade de 32 ROPs (4 blocos x 8 ROPs).<br />
<br />
Quanto às unidades de texturização, cada SMX é composto por 16 TMUs, o dobro do número de TMUs presentes no Streaming Multiprocessor da geração Fermi. Com um total de oito SMX (4 GPCs x 2 SMXs), a GK104 tem, portanto, um total de 128 unidades de texturização (8 SMXs x 16 TMUs), contra 64 TMUs da GF110 (16 SM x 4 TMUs).<br />
<br />
Mais uma vez cabe explicar que, pela ausência de uma unidade SMX, a GeForce GTX 670 possui um total de 112 TMUs (7 SMXs x 16 TMUs).<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Por dentro do SMX</span><br />
<br />
Talvez a grande novidade presente na arquitetura Kepler seja a nova geração dos Streaming Multiprocessors, batizado pela NVIDIA de SMX. Além de disponibilizar um desempenho muito maior que o antigo SM da linha Fermi, cada multiprocessador de Streaming consome agora significativamente menos energia em relação à arquitetura anterior.<br />
<br />
As principais unidades de hardware responsáveis pelo processamento do GK104 estão inseridas dentro da estrutura do SMX, como é o caso dos CUDA Cores, que lidam, entre outros pontos, com o processamento dos vértices, pixels e da geometria, bem como os cálculos computacionais e de física.<br />
<br />
Além disso, é aí que se encontram as unidades de texturização que lidam com a filtragem das texturas, com o carregamento/armazenamento das unidades de busca (units fetch) e pelo salvamento dos dados na memória.<br />
</div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://www.adrenaline.com.br/thumbs/files/upload/reviews/2012/nvidia_geforce_gtx_680/smx_diagram.jpg" border="0" alt="[Imagem: smx_diagram.jpg]" /></div>
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<div style="text-align: justify;">Olhando para a imagem acima, podemos ver que os 192 CUDA Cores foram “empacotados” juntos com 64KB de memória cache dedicada que alterna entre os modos 48KB/16KB ou 16KB/48KB para toda a memória compartilhada e cache L1. Essa comutação dinâmica auxilia os desenvolvedores de jogos a otimizar a performance de seus games, em virtude da arquitetura ser bastante flexível. A GPU tem ainda à disposição 512KB de cache L2.<br />
<br />
Além disso, há ainda as unidades Warp Scheduler e Master Dispatch que se alimentam de arquivos de registros (Register Files) imensos (65.536 entradas de 32-bits – o arquivo de registro pode aceitar formatos diferentes ou seja, 8-bit, 16-bit, etc). O cluster SMX possui ainda 16 TMUs, cache de textura e o mais importante de tudo: PolyMorph Engine 2.0.<br />
<br />
As unidades de Polymorph Engine foram introduzidas na Fermi para lidar com uma enorme carga de trabalho advinda das novas tecnologias, como é o caso da API gráfica DirectX 11. Talvez, a principal delas seja a badalada técnica de aprimoramento da qualidade das imagens, conhecida como Tessellation (Tess), que aumenta de forma quase exponencial a quantidade de triângulos em uma cena, exigindo assim o máximo da GPU.<br />
<br />
Com a geração Kepler, a NVIDIA aprimorou a Polymorph Engine, ao introduzir a Polymorph Engine 2.0 que, de acordo com a companhia, possibilita o dobro de desempenho do processamento primitivo e de Tessellation por SMX, em relação à Fermi.<br />
<br />
A PolyMorph Engine 2.0 lida com os buscadores de vértices, com o tessellation, transformador viewport, configurador de atributo e saída de streaming.<br />
<br />
Finalmente, as Unidades de Função Especial, mais conhecidas pela sigla em inglês SFU (Special Function Units) controlam instruções transcendentais e de interpolação gráfica.<br />
</div>
<br />
<div style="text-align: justify;">Abaixo, um resumo das principais especificações da GeForce GTX 670:<br />
<br />
• 3,54 bilhões de transistores;<br />
• Nova litografia em 28 nm;<br />
• Área do die (estimado): 294mm2;<br />
• Frequência de operação das texturas e ROPs (GPU): 915MHz (base clock) / 980Mhz (boost clock);<br />
• 1344 CUDA Cores/shader processors;<br />
• Frequência de operação das memórias: 6008MHz (GDDR5);<br />
• Quantidade de memória: 2GB;<br />
• Interface de memória: 256bits;<br />
• TDP: máximo de 170 watts;<br />
• Limiar térmico da GPU em 98° C;<br />
• Suporte às tecnologias: CUDA, DirectX 11.1, GeForce 3D Vision, NVIDIA 3D Vision Surround, Filtros FXAA/TXAA, GPU Boost, Adptive VSync, NVIDIA PhysX,  PureVideo HD Technology, Badaboom, HDMI 1.4a, OpenGL 4.2, OpenCL, DirectCompute, Windows 7.<br />
<br />
E ainda:<br />
<br />
• Nova Geração do Streaming Multiprocessor (SMX);<br />
• 192 CUDA cores por SMX, 6x mais que a GF110 (GTX 580/GTX 570);<br />
• 8 PolyMorph Engine 2.0 (GTX 680) / 7 PolyMorph Engine 2.0 (GTX 670);<br />
<br />
Conforme já mencionado no tópico anterior, os engenheiros da NVIDIA se superaram no que diz respeito à imensa quantidade de CUDA Cores presentes no GK104. Triplicar o número de núcleos de processamento foi algo tão surreal, que os primeiros rumores que apontavam esse fato foram prontamente taxados por grande parte da comunidade como “fake”, por ser algo supostamente impossível de acontecer.<br />
<br />
Isso foi possível, em grande parte, pela mudança na arquitetura da geração Kepler. Ao reduzir a quantidade de Streaming Multiprocessor pela metade em relação à Fermi, a NVIDIA conseguiu aumentar a eficiência dos SMXs, na medida em que multiplicou por 6 (de 32 para 192) a quantidade de CUDA Cores em cada cluster de processamento.<br />
<br />
Assim como a GTX 680, a GTX 670 tem vários números que surpreendem até mesmo aos fãs mais apaixonados pela linha GeForce. A frequência de operação é um destes casos. Os 915Mhz do base clock (clock padrão em condições normais de uso) representa um incremento de 25% sobre os 732Mhz da GPU da GTX 570. Contudo, com o artifício do boost clock (clock quando a placa necessita de fôlego extra), a placa pode alcançar 980Mhz, elevando para 34% o ganho sobre a sua “irmã mais velha”.<br />
<br />
O caso das memórias é ainda mais surpreendente. Enquanto que a GTX 570 trabalha em 3.8Ghz, na GTX 670 as VRAMs operam em 6.0Ghz. Ou seja: upgrade de 58%!. Em contra partida, ao reduzir o bus de 320 bits para 256 bits, o incremento na largura de banda de memória é de “apenas” 26%, chegando a robustos 192,2 GB/s. Outro ponto não tão positivo refere-se a redução na quantidade de unidades de rasterização de 40 para 32, resultando em uma taxa de preenchimento de pixels (pixel fillrate) de 29,3 Gpixels/s, exatamente o mesmo de sua "irmã mais velha".<br />
<br />
Outro número taxado como “algo sem fundamento” – e que se mostrou verdadeiro, foi a dissipação térmica (TDP). Apesar dos 3,54 bilhões de transistores (18% a mais que a GTX 580), 1344 CUDA Cores (180% a mais que a GTX 570) e clocks extremamente elevados para o segmento, a GeForce GTX 670 possui TDP máximo de 170W! Trata-se de um valor muito interessante, ainda mais em comparação aos 219W da GTX 570. De quebra, é a primeira vez em muitos anos que uma GeForce de alto desempenho apresenta uma dissipação térmica nominal menor que uma Radeon concorrente. Ou seja, a NVIDIA enterra de vez qualquer resquício de que suas placas são “beberronas” em termos de consumo de energia.<br />
<br />
Vale mencionar que, para suprir os 170W, a companhia disponibilizou uma configuração até então inédita na indústria, ao disponibilizar dois conectores de energia de seis pinos (suprindo assim 150W, além dos 75W adicionais do PCI Express), ao invés do tradicional modelo 6+8 pinos. Com isso, reduz-se a necessidade da utilização de adaptadores (o que não é recomendável), além de aumentar o espectro de fontes (PSUs) compatíveis com a placa. De acordo com a NVIDIA, é recomendado o uso de uma fonte real de 500W.<br />
<br />
Fechando os “números mágicos” da GTX 670 – e que mais uma vez foi alvo de ceticismo por grande parte do mercado – temos a área do die do chip gráfico GK104. Com 294 mm² (contra 520mm² da GTX 580/GTX 570), trata-se de algo surpreendente – mais uma vez – se levarmos em conta sobretudo a quantidade de CUDA Cores e transistores.<br />
<br />
É bom que se diga que grande parte destes “números mágicos” se devem à reengenharia por que passou a arquitetura Fermi – dando origem à Kepler, além, é claro, do refinamento no processo de fabricação em 28nm. </div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/reviews/2012/nvidia_geforce_gtx_670/tab.png" border="0" alt="[Imagem: tab.png]" /></div>
<br />
Conforme já mencionado no decorrer desta análise, a nova geração Kepler trouxe gratas surpresas para os usuários. Algumas, exclusivas, como é o caso dos novos filtros FXAA e TXAA, do GPU Boost, Adptive VSync e 3D Vision Surround com apenas uma VGA. Outras são comuns às demais placas de nova geração, com o é o caso do suporte ao DirectX 11.1 e do PCI Express 3.0. Detalharemos a seguir tais novidades.<br />
<div style="text-align: justify;">
<span style="font-weight: bold;">DirectX 11.1</span><br />
Apesar do suporte à mais recente API Gráfica da Microsoft ter sempre sido motivo de destaque no marketing das companhias, ao que parece, a NVIDIA não está tão empolgada com tal fato. Tanto que, apesar de a arquitetura Kepler suportar o  DirectX 11.1, John Danskin, vice-presidente de arquitetura de GPU da NVIDIA, soltou a seguinte frase durante o NVIDIA Editor's Day em São Francisco (evento super seleto, fechado a um restrito grupo de jornalistas de várias partes do mundo – e coberto pelo Adrenaline): "Sim, [a GeForce GTX 680] será compatível com DirectX 11.1, mas... quem se importa?"</div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/reviews/2010/radeon_5670/dx11.jpg" border="0" alt="[Imagem: dx11.jpg]" /></div>
<div style="text-align: justify;">
Provavelmente o que o executivo quis dizer foi que a atualização da API Gráfica da Microsoft não trará tantas melhorias gráficas; e mais ainda: deverá demorar até que o DX11.1 seja adotado amplamente pelos games – assim como o próprio DX11. Até que isso ocorra, é provável que as GeForces da série 700 ou mesmo 800 já tenha sido lançadas.<br />
<br />
Outro ponto é que, até o Windows 8 chegar, tal recurso ficará apenas no papel. Ainda assim, as principais novidades do DX11.1 serão:<br />
<br />
• Rasterização independente de objeto;<br />
• Interoperabilidade flexível entre computação gráfica e vídeo;<br />
• Suporte nativo ao Stereo 3D.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">PCIe Gen 3</span><br />
Na medida em que novas gerações de placas chegavam ao mercado, foi gerado um temor nos analistas de que o padrão de interface de comunicação PCI Express chegaria a um ponto em que não conseguiria dar mais vazão ao fluxo de dados com a intensidade necessária, criando assim um verdadeiro gargalo para o desempenho da VGA.<br />
<br />
Este temor, contudo, se diluiu, com o recente anúncio da geração 3 do PCIe, que dobrou a taxa de transferência em relação ao PCIe Gen 2, garantindo tranquilidade para as futuras placas 3D.<br />
<br />
Com o novo patamar de desempenho advindo da geração Kepler, a NVIDIA garantiu o suporte ao PCI Express 3.0 nas GeForces série 600, encerrando qualquer tipo de temor em relação a gargalo de desempenho.<br />
<br />
Com o PCIe Gen 3, a largura de banda saltou de 16GB/s para 32GB/. Já nas placas acessórias instaladas, o ganho saiu de 500MB/s para 1GB/s por pista/linha. Assim, os dispositivos que utilizam a configuração x16 podem utilizar de 16GB/s, ou 128Gbps. Vale ressaltar, contudo, que para se beneficiar do PCI Express 3.0 o usuário deverá ter um sistema totalmente preparado e compatível com tal recurso. Assim, além de uma VGA PCIe Gen 3.0, tanto a placa-mãe quanto o processador deverão suportar a novidade.</div>
<br />
<span style="font-weight: bold;">GPU Boost</span><div style="text-align: justify;">
<br />
Exclusivo das GeForces, trata-se da tecnologia combinada de harware com software de ajuste dinâmico nos clocks.<br />
<br />
Semelhante ao Turbo Boost da Intel e ao TurboCore da AMD, o GPU Boost tem como objetivo disponibilizar a quantidade de megahertz necessária para o bom funcionamento das tarefas, a depender, claro, de certas condições, como consumo de energia e temperatura da GPU.<br />
<br />
Com a Kepler, há agora os conceitos de clocks base (base clock) e clock de impulso (boost clock). Dessa forma, a placa opera por padrão em 915Mhz, podendo ir a 980Mhz (overclock de 7%) quando for preciso um maior poder de processamento (como a renderização de gráficos complexos), desde, claro, que haja condições para isso (TDP e temperatura abaixo do máximo permitido). Em outras palavras, a tecnologia utiliza a diferença entre o consumo atual (varia de acordo com o software executado) e o TDP máximo da placa, para alavancar o clock base e aumentar a performance, chegando assim ao patamar que a NVIDIA denominou de "boost clock".</div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="font-weight: bold;">FXAA</span><br />
Embora não seja um filtro de Anti-Aliasing (antisserrilhado) inédito, a NVIDIA aprimorou o FXAA (Fast Approximate Anti-Aliasing) na nova geração Kepler.<br />
<br />
Semelhante ao MLAA (Morphological Anti-Aliasing, ou Antisserrilhamento Morfológico) empregado pela AMD nas novas Radeons, o FXAA é uma técnica de pós-processamento, isto é, que aplica o filtro de anti-aliasing na imagem após esta ter sido gerada pela GPU. Isso é bastante vantajoso, haja vista que alivia a carga de trabalho da unidade de processamento gráfico. Vale destacar que o FXAA é aplicado junto com outras técnicas de pós-processamento, como é o caso do motion blur e do bloom.<br />
<br />
Com a chegada da Kepler, a NVIDIA passou a adotar o FXAA via driver (geração R300), possibilitando a utilização do filtro em centenas de jogos. Outro destaque do Fast Approximate Anti-Aliasing sobre o Morphological Anti-Aliasing está no ganho de desempenho, chegando a ser 60% mais veloz que o MSAA em 4X.<br />
<br />
Um fato que chamou bastante a atenção da comunidade foi a apresentação do Samaritan Demo (demonstração de um vídeo da Epic que ressalta o poderio gráfico do DirectX da Unreal Engine) na Game Devolpers Conference – GDC 2011. Na ocasião, a Epic necessitou de três GeForces GTX 580 para rodar o demo a contento. Passado um ano, ou seja, na GDC 2012, a Epic fez uma nova apresentação do Samaritan Demo. Contudo, para a surpresa de todos, foi necessário apenas uma GeForce GTX 680 e a utilização do FXAA para “dar conta do recado”.</div>
<div style="text-align: justify;">
<span style="font-weight: bold;">TXAA</span><br />
Considerado pela NVIDIA como a próxima geração de filtros de antisserilhamento (responsável pela geração do próximo nível em termos de qualidade de imagem), o TXAA (Temporal Anti-aliasing) promete disponibilizar muito mais qualidade e performance se comparado com o MSAA.<br />
<br />
Segundo a companhia, o antisserilhamento temporal foi criado com o objeto de explorar toda a capacidade de processamento de texturas da geração Kepler (mais especificamente da dupla GTX 680/GTX 670).<br />
<br />
O TXAA é um misto de anti-aliasing de hardware com filme GC estilo AA, e para o caso do filtro em 2X, um componente temporal opcional é empregado, para melhorar a qualidade da imagem.<br />
<br />
O filtro de Temporal Anti-aliasing está disponível em dois modos: TXAA1 e TXAA2. De acordo com a NVIDIA, o TXAA1 oferece uma qualidade gráfica superior ao MSAA em 8X, com gasto de processamento semelhante ao MSAA em 2X. Já o TXAA2 permite uma qualidade das imagens superior ao TXAA1, com performance comparável ao MSAA em 4X.<br />
<br />
Inicialmente o filtro antisserilhamento temporal será implementado diretamente na engine de alguns dos principais jogos da futura geração. Até o momento, a Epic Games, com a sua badalada Unreal Engine Technology 4, e a Crytek, são dois dos principais estúdios que já estão desenvolvendo games com o novo filtro da NVIDIA.</div>
<span style="font-weight: bold;"><br />
CUDA </span><div style="text-align: center;">
<img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/artigos/2009/adrenaline_vga_chart_2009/cuda2.jpg" border="0" alt="[Imagem: cuda2.jpg]" /></div>
<div style="text-align: justify;">Trata-se da abreviação para Compute Unified Device Architecture (em tradução livre: Arquitetura de Dispositivo Unificado de Computação). Em outras palavras, CUDA é o nome dado pela NVIDIA para designar a arquitetura de computação paralela mais conhecida como GPGPU (general-purpose computing on graphics processing units).<br />
<br />
Sem maiores complicações ou termos técnicos, trata-se da tecnologia na qual se utiliza uma GPU (chip gráfico) para realizar uma tarefa comumente executada por um processador (CPU). Isso só é possível graças à adição de estágios programáveis e da aritmética de maior precisão contidas nos canais de processamento da GPU, que permite que os desenvolvedores de programas utilizem o processamento de fluxo de dados para dados não gráficos.<br />
<br />
Apresentada inicialmente em 2007, a tecnologia CUDA está presente em uma vasta gama de chips da NVIDIA, tais como nas GPUs de classe científica Tesla, nas profissionais Quadro, além, é claro, das GeForces desde a geração G8x.<br />
<br />
De acordo com vários experts no assunto, a grande vantagem de utilizar uma GPU ao invés de uma CPU para realizar tarefas do cotidiano está na arquitetura por trás do chip gráfico, massivamente focado na computação paralela, graças à imensa quantidade de cores/núcleos. Eles são, portanto, capazes de rodar milhares de threads simultaneamente. Dessa forma, aplicações voltadas para a biologia, física, simulações, criptografia, entre outras, terão um benefício muito maior com a tecnologia GPGPU/CUDA.<br />
<br />
No campo dos games, a renderização dos gráficos torna-se muito mais eficiente com a Compute Unified Device Architecture, como por exemplo, nos cálculos dos efeitos da física (como é o caso da fumaça, fogo, fluidos...)<br />
<br />
Atualmente, é o processo de GPGPU mais difundido no mercado, com mais de 100 milhões de placas compatíveis. </div>
<br />
<span style="font-weight: bold;">PhysX</span> <br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/artigos/2009/adrenaline_vga_chart_2009/physx2.jpg" border="0" alt="[Imagem: physx2.jpg]" /></div><div style="text-align: justify;">
Embora seja uma das grandes “vedetes” dos games modernos, a tecnologia de processamento da física é uma tecnologia que já vem de alguns anos.<br />
<br />
Lançada inicialmente em 2005 pela então AGEIA, com a sua famigerada PPU (Physics Processing Unit – um tipo de chip exclusivo para o processamento da física), a iniciativa nunca chegou a decolar em virtude de seu alto custo para a época, apesar de toda a promessa por trás da tecnologia.<br />
<br />
Contudo, a NVIDIA enxergou na PPU da AGEIA uma imensa oportunidade pela frente. Tanto foi que, em 2008, anunciou para o mercado a compra da companhia, bem como de seu bem mais precioso: a tecnologia PhysX. Assim, a NVIDIA passou a incorporar os benefícios da PPU dentro de suas GPUs.<br />
<br />
Muito bem, mas o que vem a ser exatamente o tal cálculo da física presente no PhysX? Trata-se da técnica na qual o chip gráfico realiza uma série de tarefas específicas em um game, tornando-o mais realista para o jogador ao adicionar ambientes físicos vibrantes, de imersão total.<br />
<br />
A física é o próximo passo na evolução dos jogos. Diz respeito à forma como os objetos se movimentam, interagem e reagem ao ambiente que os cerca. Em muitos dos jogos atuais, sem física, os objetos não parecem se mover da forma desejada ou esperada na vida real. Hoje em dia, a maior parte da ação se limita a animações pré-fabricadas, que são acionadas por eventos do próprio jogo, como um tiro que acerta a parede. Até as armas mais pesadas produzem pouco mais que uma pequena marca nas paredes mais finas, e todos os inimigos atingidos caem da mesma forma já programada. Para os praticantes, os jogos são bons, mas falta o realismo necessário para produzir a verdadeira sensação de imersão.<br />
<br />
Em conjunto com as GPUs GeForce habilitadas para a CUDA, o PhysX oferece a potência computacional necessária para produzir a física avançada e realista nos jogos de próxima geração, deixando para trás os efeitos de animação pré-fabricados.<br />
<br />
É através do cálculo da física que, por exemplo, uma explosão parece mais real para o usuário, uma vez que se pode gerar um verdadeiro “efeito dominó” por trás desse evento. Assim, é possível adicionar uma série de elementos para a cena, como é o caso de estilhaços, e não mais apenas o fogo e a fumaça.<br />
<br />
O PhysX é responsável, entre outras funções, por processar as seguintes tarefas em um game:<br />
<br />
• Explosões com efeitos de poeira e destroços;<br />
• Personagens com geometrias complexas e articuladas para permitir movimentação e interação mais realistas;<br />
• Novos e incríveis efeitos nos efeitos dos disparos de armas;<br />
• Tecidos que se enrugam e rasgam naturalmente;<br />
• Fumaça e névoa formadas em torno de objetos em movimento.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">SLI</span><br />
Antes de iniciarmos a falar da tecnologia SLI, é preciso voltar no tempo. Em 1998, em uma época em que Radeons e GeForces eram meras coadjuvantes, havia uma Rainha das Placas 3D: a Voodoo 2 da então 3Dfx. A placa tinha como destaque o suporte ao SLI (Scan Line Interleaving), que possibilitou colocar duas VGAs PCI (não confundir com o atual PCIe) Voodoo 2 para renderizar os gráficos em regime de cooperação, dividindo as linhas de varredura em pares e ímpares, sendo que cada uma das placas ficava encarregada de processar um tipo de linha. Como resultado, o ganho de performance foi imenso para a época.<br />
<br />
Sendo assim, o objetivo da tecnologia SLI presente tanto na antiga Voodoo 2 quanto nas modernas GeForces é o mesmo: unir duas ou mais placas de vídeo em conjunto para produzir uma única saída. Trata-se, portanto, de uma aplicação de processamento paralelo para computação gráfica, destinada a aumentar o poder de processamento disponível nas placas 3D.<br />
<br />
Depois de comprar a 3Dfx em 2001, a NVIDIA adquiriu a tecnologia, mas deixou-a “engavetada” até 2004, quando a reintroduziu com o nome de Scalable Link Interface. Contudo, a tecnologia por trás do nome SLI mudou dramaticamente.<br />
</div>
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/reviews/2012/nvidia_geforce_gtx_680/geforce_gtx_680_sli.jpg" border="0" alt="[Imagem: geforce_gtx_680_sli.jpg]" /></div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Nvidia lança a Geforce GTX 670 ]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=91</link>
			<pubDate>Fri, 11 May 2012 12:55:09 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=91</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">A Nvidia acaba de anunciar a sua mais nova placa de vídeo, a GTX 670. Com preço mais acessível do que as GTX 680 e 690 - US&#36;399 nos EUA -, está placa trará a nova arquitetura Kepler, de 28 nm, para ainda mais gamers.</div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/tulio/geforcegtx6703qtr1.jpg" border="0" alt="[Imagem: geforcegtx6703qtr1.jpg]" /></div>
<br />
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<br />
Nvidia lança a Geforce GTX 670<br />
50<br />
7.072  <br />
média geral: [Excelente] / 3 votos • MAI.10.2012 • tulio<br />
<br />
A Nvidia acaba de anunciar a sua mais nova placa de vídeo, a GTX 670. Com preço mais acessível do que as GTX 680 e 690 - US&#36;399 nos EUA -, está placa trará a nova arquitetura Kepler, de 28 nm, para ainda mais gamers.<br />
Assine a tag nvidia para ser avisado sempre que novos conteúdos marcados pela tag forem publicados<br />
<br />
<br />
<div style="text-align: justify;">O clock base desta nova peça é de 915MHz, e conta com 2GB de RAM DDR5 e a tecnologia GPU Boost, que overclocka o processador de forma autônoma para tirar o máximo de sua capacidade. De acordo com a empresa, o desempenho ultrapassa o concorrente direto em 48%, enquanto o consumo de energia é 18% inferior.</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">A Nvidia acaba de anunciar a sua mais nova placa de vídeo, a GTX 670. Com preço mais acessível do que as GTX 680 e 690 - US&#36;399 nos EUA -, está placa trará a nova arquitetura Kepler, de 28 nm, para ainda mais gamers.</div>
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<div style="text-align: center;"><img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/noticias/2012/05/tulio/geforcegtx6703qtr1.jpg" border="0" alt="[Imagem: geforcegtx6703qtr1.jpg]" /></div>
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Nvidia lança a Geforce GTX 670<br />
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média geral: [Excelente] / 3 votos • MAI.10.2012 • tulio<br />
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A Nvidia acaba de anunciar a sua mais nova placa de vídeo, a GTX 670. Com preço mais acessível do que as GTX 680 e 690 - US&#36;399 nos EUA -, está placa trará a nova arquitetura Kepler, de 28 nm, para ainda mais gamers.<br />
Assine a tag nvidia para ser avisado sempre que novos conteúdos marcados pela tag forem publicados<br />
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<div style="text-align: justify;">O clock base desta nova peça é de 915MHz, e conta com 2GB de RAM DDR5 e a tecnologia GPU Boost, que overclocka o processador de forma autônoma para tirar o máximo de sua capacidade. De acordo com a empresa, o desempenho ultrapassa o concorrente direto em 48%, enquanto o consumo de energia é 18% inferior.</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Quem Somos]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=89</link>
			<pubDate>Thu, 10 May 2012 16:39:09 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=89</guid>
			<description><![CDATA[InfoDireto é uma empresa focada no consumidor e comprometida com a sua satisfação. Formada por profissionais com 20 anos de experiência no setor, uma empresa do grupo XPhone, decidiu ingressar no mercado de comercio eletronico em 2009, na prestação de serviços especializada e na venda de produtos de informática. Um diferencial competitivo da empresa é buscar trazer em primeira mão para seus clientes os mais novos lançamentos do mercado.<br />
<br />
Além disso, através da nossa central de atendimento, é possível solicitar a cotação de produtos específicos, mesmo que estes não estejam anunciados no site.<br />
<br />
Temos como princípio de nosso trabalho, a satisfação total de nossos clientes, do momento da escolha ao recebimento do produto.<br />
<br />
A InfoDireto oferece regularmente lançamentos, promoções, informações, atrativos, além de canais para dúvidas e ferramentas de comparação de produtos.<br />
<br />
Com uma ampla atuação na venda virtual, possuímos uma infra-estrutura física e organizacional altamente competente; com logística, suporte e todo o necessário para cumprirmos com os seguintes objetivos estratégicos:<br />
<br />
- Satisfazer as necessidades dos nossos clientes com produtos de qualidade e meios de pagamento seguros;<br />
<br />
- Ampliar nossa empresa no mercado de e-commerce brasileiro; trabalhando com responsabilidade, sob a ótica da legislação brasileira e do código de defesa do consumidor, de maneira legal e competitiva, fornecendo aos nossos clientes produtos com GARANTIA e NOTA-FISCAL.<br />
<br />
CENTRAL DE ATENDIMENTO<br />
(11) 2626-1204 | (21) 3005-2079 | (31) 2626-1607 | (71) 2626-1316]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[InfoDireto é uma empresa focada no consumidor e comprometida com a sua satisfação. Formada por profissionais com 20 anos de experiência no setor, uma empresa do grupo XPhone, decidiu ingressar no mercado de comercio eletronico em 2009, na prestação de serviços especializada e na venda de produtos de informática. Um diferencial competitivo da empresa é buscar trazer em primeira mão para seus clientes os mais novos lançamentos do mercado.<br />
<br />
Além disso, através da nossa central de atendimento, é possível solicitar a cotação de produtos específicos, mesmo que estes não estejam anunciados no site.<br />
<br />
Temos como princípio de nosso trabalho, a satisfação total de nossos clientes, do momento da escolha ao recebimento do produto.<br />
<br />
A InfoDireto oferece regularmente lançamentos, promoções, informações, atrativos, além de canais para dúvidas e ferramentas de comparação de produtos.<br />
<br />
Com uma ampla atuação na venda virtual, possuímos uma infra-estrutura física e organizacional altamente competente; com logística, suporte e todo o necessário para cumprirmos com os seguintes objetivos estratégicos:<br />
<br />
- Satisfazer as necessidades dos nossos clientes com produtos de qualidade e meios de pagamento seguros;<br />
<br />
- Ampliar nossa empresa no mercado de e-commerce brasileiro; trabalhando com responsabilidade, sob a ótica da legislação brasileira e do código de defesa do consumidor, de maneira legal e competitiva, fornecendo aos nossos clientes produtos com GARANTIA e NOTA-FISCAL.<br />
<br />
CENTRAL DE ATENDIMENTO<br />
(11) 2626-1204 | (21) 3005-2079 | (31) 2626-1607 | (71) 2626-1316]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A ZOTAC dobra o desempenho com a nova GeForce GTX 690]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=88</link>
			<pubDate>Tue, 08 May 2012 19:27:28 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=88</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: center;">A nova ZOTAC GeForce GTX 690 oferece desempenho inigualável por qualquer única placa de vídeo</div>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: center;"><img src="http://www.zotacusa.com/images/focus/gtx690/gtx690.jpg" border="0" alt="[Imagem: gtx690.jpg]" /></div>
<br />
A ZOTAC International, uma empresa inovadora e fabricante global canal de placas gráficas, placas-mãe e mini-PCs, hoje oferece uma dose dupla de desempenho com a ZOTAC GeForce ® GTX 690 nova placa gráfica - uma placa gráfica épica para jogadores extremos que procuram a melhor experiência em jogos de PC.<br />
<br />
Com um par de NVIDIA ® GeForce ® GTX 600 série de processadores gráficos, a ZOTAC GeForce ® GTX 690 oblitera o último Microsoft ® DirectX ® 11 jogos e pontos de referência para as taxas de quadros superiores e lisura do jogo. Cada processador gráfico é combinado com 2GB de memória GDDR5 mais rápida disponível para um total de 4GB de memória de vídeo sobre a ZOTAC GeForce ® GTX 690 para deixar os jogadores aumenta o colírio para os olhos e jogar os últimos jogos em configurações de detalhes máximos.<br />
<br />
Um sistema de refrigeração melhorado permite que a ZOTAC GeForce ® GTX 690 opere mais silencioso do que um par de placas gráficas high-end, mantendo as temperaturas óptimas. Janelas em policarbonato sobre a ZOTAC GeForce ® GTX 690 revelam as aletas do dissipador intrincados para um toque de estilo que convém ao prêmio principal da placa gráfica.<br />
<br />
Três dual-link DVI outputs sobre a ZOTAC GeForce ® GTX 690 está pronto para os últimos 120 ecrãs Hz jogo ou extremos de alta definição de 2560x1600. Combinado com o NVIDIA ® 3D Vision ™ Surround tecnologia, a ZOTAC GeForce ® GTX 690 pratos com imersão de jogo incomparável com monitores triplos.<br />
<br />
Uma cópia completa do Creed Assassin ZOTAC ® da Pack 3 jogo é fornecido para permitir que os jogadores embarcam numa aventura épica histórica através de Assassin dois primeiros do Creed ® e Credo a última Assassino ® da Revelations com visuais magníficos e um enredo cativante prestados lindamente na ZOTAC GeForce ® GTX 690 cartas gráficas da série.<br />
<br />
É hora de jogar com a ZOTAC GeForce ® GTX 690.<br />
<br />
Disponível apenas na América Latina<br />
<br />
© 2012 NVIDIA Corporation. NVIDIA, o logo NVIDIA e GeForce são marcas registradas da NVIDIA Corporation nos os EUA e outros países. Todos os direitos reservados.<br />
<br />
© 2012 Ubisoft Entertainment. Todos os direitos reservados. Assassins Creed, Ubisoft, Ubi.com, Nadeo, o logotipo da Ubisoft, e os logotipos são marcas comerciais da Nadeo Ubisoft Entertainment em os EUA e / ou outros países. Licença OEM pacote de Software Simbiose Pte Ltd.</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;">A nova ZOTAC GeForce GTX 690 oferece desempenho inigualável por qualquer única placa de vídeo</div>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: center;"><img src="http://www.zotacusa.com/images/focus/gtx690/gtx690.jpg" border="0" alt="[Imagem: gtx690.jpg]" /></div>
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A ZOTAC International, uma empresa inovadora e fabricante global canal de placas gráficas, placas-mãe e mini-PCs, hoje oferece uma dose dupla de desempenho com a ZOTAC GeForce ® GTX 690 nova placa gráfica - uma placa gráfica épica para jogadores extremos que procuram a melhor experiência em jogos de PC.<br />
<br />
Com um par de NVIDIA ® GeForce ® GTX 600 série de processadores gráficos, a ZOTAC GeForce ® GTX 690 oblitera o último Microsoft ® DirectX ® 11 jogos e pontos de referência para as taxas de quadros superiores e lisura do jogo. Cada processador gráfico é combinado com 2GB de memória GDDR5 mais rápida disponível para um total de 4GB de memória de vídeo sobre a ZOTAC GeForce ® GTX 690 para deixar os jogadores aumenta o colírio para os olhos e jogar os últimos jogos em configurações de detalhes máximos.<br />
<br />
Um sistema de refrigeração melhorado permite que a ZOTAC GeForce ® GTX 690 opere mais silencioso do que um par de placas gráficas high-end, mantendo as temperaturas óptimas. Janelas em policarbonato sobre a ZOTAC GeForce ® GTX 690 revelam as aletas do dissipador intrincados para um toque de estilo que convém ao prêmio principal da placa gráfica.<br />
<br />
Três dual-link DVI outputs sobre a ZOTAC GeForce ® GTX 690 está pronto para os últimos 120 ecrãs Hz jogo ou extremos de alta definição de 2560x1600. Combinado com o NVIDIA ® 3D Vision ™ Surround tecnologia, a ZOTAC GeForce ® GTX 690 pratos com imersão de jogo incomparável com monitores triplos.<br />
<br />
Uma cópia completa do Creed Assassin ZOTAC ® da Pack 3 jogo é fornecido para permitir que os jogadores embarcam numa aventura épica histórica através de Assassin dois primeiros do Creed ® e Credo a última Assassino ® da Revelations com visuais magníficos e um enredo cativante prestados lindamente na ZOTAC GeForce ® GTX 690 cartas gráficas da série.<br />
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É hora de jogar com a ZOTAC GeForce ® GTX 690.<br />
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Disponível apenas na América Latina<br />
<br />
© 2012 NVIDIA Corporation. NVIDIA, o logo NVIDIA e GeForce são marcas registradas da NVIDIA Corporation nos os EUA e outros países. Todos os direitos reservados.<br />
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© 2012 Ubisoft Entertainment. Todos os direitos reservados. Assassins Creed, Ubisoft, Ubi.com, Nadeo, o logotipo da Ubisoft, e os logotipos são marcas comerciais da Nadeo Ubisoft Entertainment em os EUA e / ou outros países. Licença OEM pacote de Software Simbiose Pte Ltd.</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Zotac traz menor PC do mundo ao Brasil ]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=87</link>
			<pubDate>Fri, 04 May 2012 12:00:13 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=87</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><div style="text-align: justify;">A Zotac está lançado no mercado nacional o ZBox Nano AD10, que considera como o “menor MiniPC do mundo”. Baseada na APU AMD Fusion E-350, um processador dual-core de 1.6 GHz com GPU integrada (Radeon HD 6310), a máquina mede apenas 12,7 x 12,7 x 4,5 cm. Pequena o suficiente para ser montada atrás de uma TV ou monitor, ocupando quase nenhum espaço, e ainda assim poderosa o suficiente para reproduzir vídeo em Full HD em uma TV através de uma porta HDMI, o que a torna ideal para uso como um “Media Center”.<br />
</div></div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://pcworld.uol.com.br/idgimages/201203/zbox_nano_ad10-360px.jpg" border="0" alt="[Imagem: zbox_nano_ad10-360px.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">A ZBox Nano AD10 vem acompanhada de um controle remoto compatível com o Windows Media Center e está disponível em duas versões: uma mais barata, onde o usuário adiciona sua própria RAM (um pente SO-DIMM DDR3-1066) e HD (2.5”), e outra chamada AD10 Plus, que já vem com 2 GB de RAM, HD de 320 GB e tem preço sugerido de R&#36; 1.199,00. Todas as máquinas tem Wi-Fi integrado (802.11n), duas portas USB 3.0 e saídas HDMI e DisplayPort, para conexão a TVs e monitores.</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><div style="text-align: justify;">A Zotac está lançado no mercado nacional o ZBox Nano AD10, que considera como o “menor MiniPC do mundo”. Baseada na APU AMD Fusion E-350, um processador dual-core de 1.6 GHz com GPU integrada (Radeon HD 6310), a máquina mede apenas 12,7 x 12,7 x 4,5 cm. Pequena o suficiente para ser montada atrás de uma TV ou monitor, ocupando quase nenhum espaço, e ainda assim poderosa o suficiente para reproduzir vídeo em Full HD em uma TV através de uma porta HDMI, o que a torna ideal para uso como um “Media Center”.<br />
</div></div>
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://pcworld.uol.com.br/idgimages/201203/zbox_nano_ad10-360px.jpg" border="0" alt="[Imagem: zbox_nano_ad10-360px.jpg]" /></div>
<br />
<div style="text-align: justify;">A ZBox Nano AD10 vem acompanhada de um controle remoto compatível com o Windows Media Center e está disponível em duas versões: uma mais barata, onde o usuário adiciona sua própria RAM (um pente SO-DIMM DDR3-1066) e HD (2.5”), e outra chamada AD10 Plus, que já vem com 2 GB de RAM, HD de 320 GB e tem preço sugerido de R&#36; 1.199,00. Todas as máquinas tem Wi-Fi integrado (802.11n), duas portas USB 3.0 e saídas HDMI e DisplayPort, para conexão a TVs e monitores.</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Alexandre 'Gaules' Borba, idealizador da Seleção Brasileira de Games ]]></title>
			<link>http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=86</link>
			<pubDate>Fri, 04 May 2012 11:55:30 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.zotacbrasil.com.br/forum/showthread.php?tid=86</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><div style="text-align: justify;">A Seleção Brasileira de Games (SBG) é um projeto nacional, ainda em fase de planejamento, que tem como objetivo reposicionar o Brasil no holofote mundial das competições internacionais de e-sports. Como isso será feito, em que o nosso país precisa melhorar para dar este tipo de suporte aos atletas (jogadores), que tipo de estrutura será preciso montar e como serão os processos de seleção, treinamento e participação em campeonatos é o que conta Alexandre "Gaules" Borba, idealizador da iniciativa e que, por um acaso, já tivemos a oportunidade de entrevistar numa outra ocasião. </div>
<br />
<img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/entrevistas/2012/gaules-sbg/1.jpg" border="0" alt="[Imagem: 1.jpg]" /><br />
<br />
ADRENALINE: E aí, Alexandre! Pode nos contar como surgiu o projeto da Seleção Brasileira de Games?<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">GAULES: Foi mais uma iniciativa que eu e o Paulo Velloso [fundador do time MIBR] tínhamos há alguns anos para montar uma academia para games. Mas acabou não dando muito certo porque tínhamos que conseguir muitos patrocinadores para fazer a estrutura acontecer. Aí, no ano passado, eu estava desenhando uns projetos, por achar que o momento para o Brasil era bastante bom.</span><br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Só que, embora as grandes empresas estarem investindo no e-sporte, a comunidade brasileira meio que "fica de lado" e não recebe muita atenção. Não tem muita grana para ir para os campeonatos e até mesmo manter um calendário de competições no Brasil mesmo para voltarem a ser uns dos principais no mundo. Foi aí que surgiu a ideia da SBG: por que não reunir os melhores? Por que não, em vez só de se concentrar em um jogo, também atuar, além do "Counter-Strike", no "StarCraft" e no "FIFA"?<br />
<br />
Nossa intenção é fazer com que os jogadores da SBG joguem contra outros tipos de jogadores de país em campeonatos que, mesmo sendo realizados no Brasil, sejam organizados e que tenham nível de qualidade equiparáveis aos atletas/eventos estrangeiros.</span><br />
<br />
Adrenaline: Mas esse projeto se encontra apenas no início, certo? Eu estava lendo que ainda haverá etapas de seleção e convocação para decidir quem serão esses atletas de e-sports que irão compor a SBG.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">G: Isso mesmo. É anunciado um grande campeonato, vamos atrás dos jogadores que vemos que tenham um bom nível técnico, que consiga representar bem as marcas. Não queremos alguém, por exemplo, que tenha muita habilidade e seja um ótimo jogador mas que tenha uma péssimo nível de relacionamento com o público ou um comportamento impróprio, que não seja bem visto pela comunidade gamer.</span><br />
<br />
A ideia é convocar os melhores. Passar um período de tempo em São Paulo fazendo treinamento e acompanhamento, ter uma assessoria de imprensa para auxiliar esses jogadores a como se portarem em entrevistas, um psicólogo para trabalhar toda essa parte psicológica comportamental dos jogadores, que muitas vezes não estão preparados a lidar com grande atenção, subir num palco e se apresentar para milhares de pessoas. Nossa ideia é fazer tudo isso e trazer o necessário para eles terem um nível internacional de competitividade.<br />
<br />
A: A intenção, então, é tentar fazer com que o Brasil volte aos holofotes do cenário mundial de e-sports e nivelar com países tradicionais como Coréia do Sul, Estados Unidos e alguns europeus?<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">G: Exatamente! Mas primeiros temos que dar uma rotina para esses jogadores, pois é muito difícil ter uma performance à altura desses países se eles competem apenas uma ou duas vezes por ano. O ideal seria mais de 6 vezes por ano, que foi exatamente quando conseguimos algumas conquistas inéditas nos campeonatos internacionais de "Counter-Strike", o auge. Batíamos de frente a frente. Os caras te respeitavam de igual para igual.</span><br />
<br />
<img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/entrevistas/2012/gaules-sbg/2.jpg" border="0" alt="[Imagem: 2.jpg]" /><br />
<br />
A: Esse método então não difere muito de qualquer outro tipo de esporte, seja ele com bola ou não. Os atletas treinam, se organizam, participam de seletivas, campeonatos e seleções e vão, então, competir nas Olimpíadas. É mais ou menos essa lógica/conceito?<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">G: Isso mesmo. É algo para a acontecer a longo prazo: queremos trazer a filosofia do esporte (tradicional) para o e-sport. O mesmo formato, o mesmo profissionalismo, o mesmo tipo de estrutura, o mesmo tipo de equipe para dar essa estrutura para o jogador. Hoje a SBG tem assessor de imprensa, pessoas que cuidam apenas do site (conteúdo, imagens e vídeos). Eu mesmo cuida da parte técnica e, junto com o Paulo [Velloso], damos conta da parte administrativa.</span><br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Posso dizer que o projeto primeiro se estruturou fora do game, mas que agora ganha força para começar as atividades com os games propriamente ditos. Podemos cegar nas empresas hoje com materiais para mostrar. Não é simplesmente uma grande empresa patrocinando um único jogador, que é o que acontecia há uns anos. Hoje, é muito mais saudável uma grande empresa patrocinar uma estrutura que tenha um "know-how" de games e essa mesma estrutura cuidar dos jogadores e possibilitar o crescimento deles.   </span> <br />
<br />
A: Isso porque ainda não existem centros de treinamento no nosso país específicos para jogos eletrônicos de competições. Você acha que é isso o que realmente falta para tentar chegar junto aos melhores?<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">G: A segunda fase do projeto é essa. Construir um centro de treinamento em São Paulo destinado aos jogadores profissionais, independente do game que eles jogarem. Ele poderá ir lá visitar, treinar, utilizar as melhores máquinas possíveis. E é exatamente por isso que nós temos o patrocínio da AMD. Também já estamos fechando com outras empresas.</span><br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Para ter o melhor material possível e o recurso para o jogador ir treinar, trazer especialistas e craques internacionais para treiná-los é também uma das coisas que queremos fazer. Não seria, com isso, apenas um centro de treinamento, mas um espaço temático (concentração) onde você mesmo poderá ir lá e experimentar os produtos que os jogadores usam, um espaço que poderá fazer coletivas de imprensa, um estúdio com a transmissão dos treinos, dos jogos, dos campeonatos.</span><br />
<br />
A: Agora, supondo que um jogador realmente ache que ele mande demasiadamente bem no game que ele joga, ele tem a chance de ir ao centro de treinamento e concorrer a uma das vagas na SBG? Como seria esse processo de seleção e composição dos atletas da SBG?<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">G: Basicamente, vamos realizar seletivas regionais de jogos específicos. Por exemplo, escolhemos o jogo X, fazemos as seletivas regionais e convocamos os jogadores brasileiros que estão interessados em participar a jogar entre eles mesmos. Ou trazer alguém de fora que tenha um nível alto de competição para disputar entre eles e, assim, identificarmos quem tem talento, quem leva jeito com relação à boa postura. Analisando tudo isso é que selecionaremos os atletas da SGB, cada um em seus respectivos jogos. Da mesma forma como nos esportes mais tradicionais, a peneira é exatamente o que vai acontecer.<br />
<br />
2012 vai ser um ano bem interessante para o e-sport nacional. Já vamos começar com as etapas de classificação, principalmente porque eu sei que a comunidade já está bem louca atrás da convocação da seleção de Counter-Strike e, por enquanto, só posso adiantar que está bem próximo de acontecer.</span><br />
<br />
<img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/entrevistas/2012/gaules-sbg/3.jpg" border="0" alt="[Imagem: 3.jpg]" /><br />
<br />
A: Para finalizar, como você avalia a participação dos três jogadores brasileiros de StarCraft II no Intel Extreme Masters?<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">G: Primeiro, eles são relativamente novos. O "Tunico" foi o primeiro campeonato que disputou fora do quarto dele. É claro que existe todo um ambiente que é amedrontador para esse tipo de jogador. Se você pega um retrospecto em que um jogador brasileiro de "StarCraft" nem passava das eliminatórias e muito menos nos grandes campeonatos. As vezes, ainda, a comunidade desse jogo não recebe tanta atenção assim também. Agora você jogar de igual para igual com os coreanos é outra coisa.<br />
<br />
Um dos juízes, inclusive, chegou a falar para o Tunico que, "dos 6 jogos que ele disputou, 4 ele poderia ter ganho tranquilamente. Você não confiou que você poderia competir e ganhar a partida. Você meio que se amedrontou e não acreditou que poderia superá-lo na partida". Tudo isso o que eu falei de suporte psicológico, estrutura e apoio é o que vai dar elevar a confiança dos jogadores. E o "Potiguar" e o "Dakkon" não conseguiram vencer no melhor de três, mas venceram outas partidas importantes na classificação.<br />
<br />
Com certeza se, daqui um mês, eles participarem de outra competição, eles já vão chegar com outra cabeça. Ainda mais sabendo que daqui a três meses poderá haver outro e assim sucessivamente. Por isso, é importante estabelecer um calendário de torneios para dar ritmo de treinamento e de jogo a esses atletas. É igual ao futebol: se o jogador compete em todos os campeonatos a chance de trazer bons resultados e crescer é muito maior.</span><br />
<br />
A: Está certo, então. Muito obrigado pela entrevista, Alexandre. Sucesso com o novo projeto!<br />
<br />
<span style="font-style: italic;">Agradecemos ao Alexandre 'Gaules' Borba (e à sua assessoria) pela disponibilidade e acessibilidade durante o Intel Extreme Masters. Mais informações na página oficial do Facebook da Seleção Brasileira de Games.</span></div>
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Entrevista realizada pela <a href="http://adrenaline.uol.com.br" target="_blank">ADRENALINE</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><div style="text-align: justify;">A Seleção Brasileira de Games (SBG) é um projeto nacional, ainda em fase de planejamento, que tem como objetivo reposicionar o Brasil no holofote mundial das competições internacionais de e-sports. Como isso será feito, em que o nosso país precisa melhorar para dar este tipo de suporte aos atletas (jogadores), que tipo de estrutura será preciso montar e como serão os processos de seleção, treinamento e participação em campeonatos é o que conta Alexandre "Gaules" Borba, idealizador da iniciativa e que, por um acaso, já tivemos a oportunidade de entrevistar numa outra ocasião. </div>
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<img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/entrevistas/2012/gaules-sbg/1.jpg" border="0" alt="[Imagem: 1.jpg]" /><br />
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ADRENALINE: E aí, Alexandre! Pode nos contar como surgiu o projeto da Seleção Brasileira de Games?<br />
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<span style="font-weight: bold;">GAULES: Foi mais uma iniciativa que eu e o Paulo Velloso [fundador do time MIBR] tínhamos há alguns anos para montar uma academia para games. Mas acabou não dando muito certo porque tínhamos que conseguir muitos patrocinadores para fazer a estrutura acontecer. Aí, no ano passado, eu estava desenhando uns projetos, por achar que o momento para o Brasil era bastante bom.</span><br />
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<span style="font-weight: bold;">Só que, embora as grandes empresas estarem investindo no e-sporte, a comunidade brasileira meio que "fica de lado" e não recebe muita atenção. Não tem muita grana para ir para os campeonatos e até mesmo manter um calendário de competições no Brasil mesmo para voltarem a ser uns dos principais no mundo. Foi aí que surgiu a ideia da SBG: por que não reunir os melhores? Por que não, em vez só de se concentrar em um jogo, também atuar, além do "Counter-Strike", no "StarCraft" e no "FIFA"?<br />
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Nossa intenção é fazer com que os jogadores da SBG joguem contra outros tipos de jogadores de país em campeonatos que, mesmo sendo realizados no Brasil, sejam organizados e que tenham nível de qualidade equiparáveis aos atletas/eventos estrangeiros.</span><br />
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Adrenaline: Mas esse projeto se encontra apenas no início, certo? Eu estava lendo que ainda haverá etapas de seleção e convocação para decidir quem serão esses atletas de e-sports que irão compor a SBG.<br />
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<span style="font-weight: bold;">G: Isso mesmo. É anunciado um grande campeonato, vamos atrás dos jogadores que vemos que tenham um bom nível técnico, que consiga representar bem as marcas. Não queremos alguém, por exemplo, que tenha muita habilidade e seja um ótimo jogador mas que tenha uma péssimo nível de relacionamento com o público ou um comportamento impróprio, que não seja bem visto pela comunidade gamer.</span><br />
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A ideia é convocar os melhores. Passar um período de tempo em São Paulo fazendo treinamento e acompanhamento, ter uma assessoria de imprensa para auxiliar esses jogadores a como se portarem em entrevistas, um psicólogo para trabalhar toda essa parte psicológica comportamental dos jogadores, que muitas vezes não estão preparados a lidar com grande atenção, subir num palco e se apresentar para milhares de pessoas. Nossa ideia é fazer tudo isso e trazer o necessário para eles terem um nível internacional de competitividade.<br />
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A: A intenção, então, é tentar fazer com que o Brasil volte aos holofotes do cenário mundial de e-sports e nivelar com países tradicionais como Coréia do Sul, Estados Unidos e alguns europeus?<br />
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<span style="font-weight: bold;">G: Exatamente! Mas primeiros temos que dar uma rotina para esses jogadores, pois é muito difícil ter uma performance à altura desses países se eles competem apenas uma ou duas vezes por ano. O ideal seria mais de 6 vezes por ano, que foi exatamente quando conseguimos algumas conquistas inéditas nos campeonatos internacionais de "Counter-Strike", o auge. Batíamos de frente a frente. Os caras te respeitavam de igual para igual.</span><br />
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<img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/entrevistas/2012/gaules-sbg/2.jpg" border="0" alt="[Imagem: 2.jpg]" /><br />
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A: Esse método então não difere muito de qualquer outro tipo de esporte, seja ele com bola ou não. Os atletas treinam, se organizam, participam de seletivas, campeonatos e seleções e vão, então, competir nas Olimpíadas. É mais ou menos essa lógica/conceito?<br />
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<span style="font-weight: bold;">G: Isso mesmo. É algo para a acontecer a longo prazo: queremos trazer a filosofia do esporte (tradicional) para o e-sport. O mesmo formato, o mesmo profissionalismo, o mesmo tipo de estrutura, o mesmo tipo de equipe para dar essa estrutura para o jogador. Hoje a SBG tem assessor de imprensa, pessoas que cuidam apenas do site (conteúdo, imagens e vídeos). Eu mesmo cuida da parte técnica e, junto com o Paulo [Velloso], damos conta da parte administrativa.</span><br />
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<span style="font-weight: bold;">Posso dizer que o projeto primeiro se estruturou fora do game, mas que agora ganha força para começar as atividades com os games propriamente ditos. Podemos cegar nas empresas hoje com materiais para mostrar. Não é simplesmente uma grande empresa patrocinando um único jogador, que é o que acontecia há uns anos. Hoje, é muito mais saudável uma grande empresa patrocinar uma estrutura que tenha um "know-how" de games e essa mesma estrutura cuidar dos jogadores e possibilitar o crescimento deles.   </span> <br />
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A: Isso porque ainda não existem centros de treinamento no nosso país específicos para jogos eletrônicos de competições. Você acha que é isso o que realmente falta para tentar chegar junto aos melhores?<br />
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<span style="font-weight: bold;">G: A segunda fase do projeto é essa. Construir um centro de treinamento em São Paulo destinado aos jogadores profissionais, independente do game que eles jogarem. Ele poderá ir lá visitar, treinar, utilizar as melhores máquinas possíveis. E é exatamente por isso que nós temos o patrocínio da AMD. Também já estamos fechando com outras empresas.</span><br />
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<span style="font-weight: bold;">Para ter o melhor material possível e o recurso para o jogador ir treinar, trazer especialistas e craques internacionais para treiná-los é também uma das coisas que queremos fazer. Não seria, com isso, apenas um centro de treinamento, mas um espaço temático (concentração) onde você mesmo poderá ir lá e experimentar os produtos que os jogadores usam, um espaço que poderá fazer coletivas de imprensa, um estúdio com a transmissão dos treinos, dos jogos, dos campeonatos.</span><br />
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A: Agora, supondo que um jogador realmente ache que ele mande demasiadamente bem no game que ele joga, ele tem a chance de ir ao centro de treinamento e concorrer a uma das vagas na SBG? Como seria esse processo de seleção e composição dos atletas da SBG?<br />
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<span style="font-weight: bold;">G: Basicamente, vamos realizar seletivas regionais de jogos específicos. Por exemplo, escolhemos o jogo X, fazemos as seletivas regionais e convocamos os jogadores brasileiros que estão interessados em participar a jogar entre eles mesmos. Ou trazer alguém de fora que tenha um nível alto de competição para disputar entre eles e, assim, identificarmos quem tem talento, quem leva jeito com relação à boa postura. Analisando tudo isso é que selecionaremos os atletas da SGB, cada um em seus respectivos jogos. Da mesma forma como nos esportes mais tradicionais, a peneira é exatamente o que vai acontecer.<br />
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2012 vai ser um ano bem interessante para o e-sport nacional. Já vamos começar com as etapas de classificação, principalmente porque eu sei que a comunidade já está bem louca atrás da convocação da seleção de Counter-Strike e, por enquanto, só posso adiantar que está bem próximo de acontecer.</span><br />
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<img src="http://adrenaline.uol.com.br/files/upload/entrevistas/2012/gaules-sbg/3.jpg" border="0" alt="[Imagem: 3.jpg]" /><br />
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A: Para finalizar, como você avalia a participação dos três jogadores brasileiros de StarCraft II no Intel Extreme Masters?<br />
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<span style="font-weight: bold;">G: Primeiro, eles são relativamente novos. O "Tunico" foi o primeiro campeonato que disputou fora do quarto dele. É claro que existe todo um ambiente que é amedrontador para esse tipo de jogador. Se você pega um retrospecto em que um jogador brasileiro de "StarCraft" nem passava das eliminatórias e muito menos nos grandes campeonatos. As vezes, ainda, a comunidade desse jogo não recebe tanta atenção assim também. Agora você jogar de igual para igual com os coreanos é outra coisa.<br />
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Um dos juízes, inclusive, chegou a falar para o Tunico que, "dos 6 jogos que ele disputou, 4 ele poderia ter ganho tranquilamente. Você não confiou que você poderia competir e ganhar a partida. Você meio que se amedrontou e não acreditou que poderia superá-lo na partida". Tudo isso o que eu falei de suporte psicológico, estrutura e apoio é o que vai dar elevar a confiança dos jogadores. E o "Potiguar" e o "Dakkon" não conseguiram vencer no melhor de três, mas venceram outas partidas importantes na classificação.<br />
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Com certeza se, daqui um mês, eles participarem de outra competição, eles já vão chegar com outra cabeça. Ainda mais sabendo que daqui a três meses poderá haver outro e assim sucessivamente. Por isso, é importante estabelecer um calendário de torneios para dar ritmo de treinamento e de jogo a esses atletas. É igual ao futebol: se o jogador compete em todos os campeonatos a chance de trazer bons resultados e crescer é muito maior.</span><br />
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A: Está certo, então. Muito obrigado pela entrevista, Alexandre. Sucesso com o novo projeto!<br />
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<span style="font-style: italic;">Agradecemos ao Alexandre 'Gaules' Borba (e à sua assessoria) pela disponibilidade e acessibilidade durante o Intel Extreme Masters. Mais informações na página oficial do Facebook da Seleção Brasileira de Games.</span></div>
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Entrevista realizada pela <a href="http://adrenaline.uol.com.br" target="_blank">ADRENALINE</a>]]></content:encoded>
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